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Dia da Árvore - 21 de Março




Desenho alusivo ao "Dia da Árvore"


Para trabalhar o Dia da Árvore










Diz por tuas palavras, porque a árvore é importante para nós.

Tu achas certo o que esse lenhador está a querer fazer? Porquê?

Dia da Árvore - 21 deMarço
Dia Mundial da Floresta - 21 de Março

A comemoração oficial do Dia da Árvore teve lugar pela primeira vez no estado norte-americano do Nebraska, em 1872. John Stirling Morton conseguiu induzir toda a população a consagrar um dia no ano à plantação ordenada de diversas árvores para resolver o problema da escassez de material lenhoso.
A Festa da Árvore rapidamente se expandiu a quase todos os países do mundo, e em Portugal comemorou-se pala primeira vez a 9 de Março de 1913.
Em 1971 e na sequência de uma proposta da Confederação Europeia de Agricultores, que mereceu o melhor acolhimento da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), foi estabelecido o Dia Florestal Mundial com o objectivo de sensibilizar as populações para a importância da floresta na manutenção da vida na Terra.
Em 21 de Março de 1972 - início da Primavera no Hemisfério Norte - foi comemorado o primeiro DIA MUNDIAL DA FLORESTA em vários países, entre os quais Portugal.
Teatro - Expressão Dramática

AS PARTES DA ÁRVORE

MENINO AS PARTES DA ÁRVORE
PERSONAGENS:
(Narradora: Menino , Árvore , Raiz , Caule , Folha , Flores e Frutos).
NARRADORA - (de um canto do palco, fala à plateia, enquanto entra a ÁRVORE e se coloca no centro do palco): Ricardo, preocupado com as lições que aprendeu na escola, deitou-se à sombra de um castanheiro e adormeceu. No seu sonho aconteceram coisas interessantes. Havia até uma árvore que falava. Vamos conhecer o sonho do Ricardo? Então, vamos ficar quietinhos para não o acordar.
O MENINO - encosta-se à árvore e, em posição relaxada, adormece.
ÁRVORE - (para o MENINO): Por que é que estás tão pensativo?
MENINO - (leva um susto): Quem está aí? (levanta-se)
ÁRVORE – Sou eu.
MENINO - (olhando para todos os lados, assustado): Eu, quem?
ÁRVORE – Sou eu, o castanheiro. Estou a fazer sombra para que tu penses melhor sobre as lições de casa.
MENINO – Como é que tu sabes que eu trouxe trabalho da escola?
ÁRVORE – Ora, todos os meninos que estudam trazem deveres para casa...
MENINO - (pensativo): É... Eu estou muito preocupado...
ÁRVORE – Preocupado? Com quê?
MENINO – Com o assunto que a professora explicou hoje na escola.
ÁRVORE – Sobre o quê? Talvez eu possa ajudar...
MENINO – Tu?! (pára e pensa): Pensando bem, até és a mais indicada para isso.
ÁRVORE – Eu? Porquê?
MENINO – Porque é exactamente sobre a árvore.
ÁRVORE – Ah, sim... então tens razão. O que queres saber sobre a árvore?
MENINO – Tudo! (baixa-se e, enquanto fala, ergue-se aos poucos – mímica do nascimento da árvore) - Como nasce... Como cresce... E como fica bonita, assim como tu.
ÁRVORE – Está bem. Vou-te contar a minha história. Certo dia, o teu pai cavou a terra e colocou lá uma sementinha de castanheiro...
MENINO – E deixou-a assim?
ÁRVORE – Não! Deixa, que eu explico; assim tu poderás plantar uma árvore, também. O teu pai cobriu a sementinha com terra, para me proteger. Aí, eu comecei a germinar... uns dias depois.
MENINO – Mas ninguém cuidou de ti?
ÁRVORE – Sim. Todos os dias o teu pai vinha regar-me e observar o meu desenvolvimento.
MENINO – Mas para que é que tu precisas de água?
ÁRVORE – Como tu precisas de água para beber e de te alimentares, eu também preciso.
MENINO – O que é que tu comes?
ÁRVORE – A minha comida é bastante diferente da tua... Alimento-me de água e sais minerais. Bem, vou apresentar-te as partes que compõem o meu corpo. Assim poderás entender melhor.
A ÁRVORE - sai e entram as partes dela, que se colocam nas seguintes posições
(em fila, uma trás das outras):

RAIZ – de cócoras, braços relaxados e cabeça baixa;
CAULE – de joelhos, cabeça baixa, em posição erecta;
FOLHA – de pé, com os braços abertos lateralmente e com as mãos caídas;
FLORES – de pé, braços abertos em “V”, mãos caídas;
FRUTOS – de pé, braços para cima.

MENINO – Quem vem primeiro?
RAIZ – Sou eu, a raiz.
MENINO – O que tu fazes?
RAIZ - (levanta a cabeça): Eu retiro da terra certos alimentos que dão força à árvore e a fazem crescer. Água e sais minerais! (baixa a cabeça).
MENINO – E tu? O que fazes?
CAULE - (levanta a cabeça): Eu sou o caule. Eu levo o alimento para as outras partes da planta. Também seguro os ramos com as suas folhas, flores e frutos. (baixa a cabeça)
MENINO - (apontando): E tu ?
FOLHA – Eu sou a folha. É por mim que a planta respira.
MENINO - (sorrindo): Então, tu és o nariz da árvore?
FOLHA – Mais ou menos isso.
FLOR – E eu sou a flor.
MENINO – Ah, já sei! Tu enfeitas o vaso da minha casa...
FLOR – Sim, eu enfeito o vaso da tua casa. Mas a minha maior função é a de criar frutinhos que tu vais saborear e que darão novas árvores.
FRUTO – Eu sou o fruto e muito gostoso. É de mim que o teu pai fará nascer outro castanheiro. É a semente de que a árvore te contou.
RAIZ, CAULE, FOLHA, FLOR e FRUTO (em coro):
Agora que você já sabe
as cinco partes da planta,
poderás estudar a tua lição
sen nenhuma preocupação.

(Saem as partes da planta e retorna a ÁRVORE).

ÁRVORE – Como é, gostaste de me conhecer?
MENINO – Muito! Nunca pensei que tivesses isso tudo.
ÁRVORE – Como tu agora já aprendeste, deves contar aos teus amiguinhos que a árvore tem vida e que sentimos muito quando vocês nos maltratam, cortando os nossos frutos ainda verdes, arrancando nossas folhas inutilmente... ou partindo os nossos ramos por maldade.
(O MENINO encosta-se sob a ÁRVORE e volta a adormecer).
Depois de algum tempo, a ÁRVORE deixa cair uma folha sobre o MENINO
e este, assustado, desperta.
MENINO – Não, não fui eu quem te arrancou esta folhinha, dona Árvore! (Observa, algo surprendido...) :- Mas... por que será que a árvore não respondeu? (pensa): - Será que eu sonhei? Mas que sonho agradável! (vai saindo): Agora vou poder estudar melhor.
(Olha para a platéia): - Tchau! (e sai)
F I M

Nota: este texto pode ser apresentado em ambientes escolares, livremente, sem pagamentos de taxas a título de Direitos Autorais. Trata-se de texto didáctico.
A única exigência que se faz é que, ao ser apresentado, seja divulgada à platéia a importância do Teatro Educativo na formação integral da criança.
Adaptação de Vaz Nunes - 2003
História - A Árvore generosa


Era uma vez uma Árvore que amava um Menino. E todos os dias, o Menino vinha e juntava suas folhas. E com elas fazia coroas de rei. E com a Árvore, brincava de rei da floresta. Subia em seu grosso tronco, balançava-se em seus galhos! Comia seus frutos. E quando ficava cansado, o Menino repousava à sua sombra fresquinha. O Menino amava a Árvore profundamente. E a Árvore era feliz!Mas o tempo passou e o Menino cresceu! Um dia, o Menino veio e a Árvore disse:
- Menino, venha subir no meu tronco, balançar-se nos meus galhos, repousar à minha sombra e ser feliz!
- Estou grande demais para brincar, o Menino respondeu. Quero comprar muitas coisas. Você tem algum dinheiro que possa me oferecer?
- Sinto muito, disse a Árvore, eu não tenho dinheiro. Mas leve os frutos, Menino. Vá vendê-los na cidade, então terá o dinheiro e você será feliz!E assim o Menino subiu pelo tronco, colheu os frutos e levou-os embora. E a Árvore ficou feliz!Mas o Menino sumiu por muito tempo… E a Árvore ficou tristonha outra vez. Um dia, o Menino veio e a Árvore estremeceu tamanha a sua alegria, e disse:
- Venha, Menino, venha subir no meu tronco, balançar-se nos meus galhos e ser feliz. Estou muito ocupado para subir em Árvores”, disse o menino. Eu quero uma esposa, eu quero ter filhos, para isso é preciso que eu tenha uma casa. Você tem uma casa para me oferecer?
- Eu não tenho casa, a Árvore disse. Mas corte meus galhos, faça a sua casa e seja feliz. O Menino depressa cortou os galhos da Árvore e levou-os embora para fazer uma casa. E a Árvore ficou feliz! O Menino ficou longe por um longo, longo tempo, e no dia que voltou, a Árvore ficou alegre, de uma alegria tamanha que mal podia falar.
- Venha, venha, meu Menino, sussurrou, Venha brincar!
- Estou velho para brincar, disse o Menino, e estou também muito triste.
- Eu quero um barco ligeiro que me leve para bem longe. Você tem algum barquinho que possa me oferecer?
- Corte meu tronco e faça seu barco, a Árvore disse. Viaje para longe e seja feliz!O Menino cortou o tronco, fez um barco e viajou.E a Árvore ficou feliz, mas não muito! Muito tempo depois, o Menino voltou.
- Desculpe, Menino, a Árvore disse, não tenho mais nada para te oferecer. Os frutos já se foram.- Meus dentes são fracos demais para frutos, falou o Menino.
- Já se foram os galhos para você balançar, a Árvore disse.
- Já não tenho idade para me balançar, falou o menino.
- Não tenho mais tronco para você subir, a Árvore disse.
- Estou muito cansado e já não sei subir, falou o Menino.
- Eu bem que gostaria de ter qualquer coisa para lhe oferecer, suspirou a Árvore.
- Mas nada me resta e eu sou apenas um toco sem graça. Desculpe…
- Já não quero muita coisa”, disse o Menino, só um lugar sossegado onde possa me sentar, pois estou muito cansado.
- Pois bem, respondeu a Árvore, enchendo-se de alegria. Eu sou apenas um toco, mas um toco é muito útil para sentar e descansar. Venha, Menino, depressa, sente-se em mim e descanse.Foi o que o Menino fez. E a Árvore ficou feliz!

Teatro - A Árvore Generosa

Dramatizar - Expressão Dramática


Narrador – Era uma vez uma Árvore que amava um Menino. E todos os dias, o Menino vinha e juntava suas folhas. E com elas fazia coroas de rei. E com a Árvore, brincava de rei da floresta. Subia em seu grosso tronco, balançava-se em seus galhos! Comia seus frutos. E quando ficava cansado, o Menino repousava à sua sombra fresquinha. O Menino amava a Árvore profundamente. E a Árvore era feliz! Mas o tempo passou e o Menino cresceu! Um dia, o Menino veio e a Árvore disse:

Árvore – Menino, venha subir no meu tronco, balançar-se nos meus galhos, repousar à minha sombra e ser feliz!

Menino – Estou grande demais para brincar, o Menino respondeu. Quero comprar muitas coisas. Você tem algum dinheiro que possa me oferecer?Árvore – Sinto muito, disse a Árvore, eu não tenho dinheiro. Mas leve os frutos, Menino. Vá vendê-los na cidade, então terá o dinheiro e você será feliz!Narrador – E assim o Menino subiu pelo tronco, colheu os frutos e levou-os embora. E a Árvore ficou feliz! Mas o Menino sumiu por muito tempo… E a Árvore ficou tristonha outra vez. Um dia, o Menino veio e a Árvore estremeceu de tamanha a sua alegria, e disse:

Árvore – Venha, Menino, venha subir no meu tronco, balançar-se nos meus galhos e ser feliz.

Menino – Estou muito ocupado para subir em Árvores”, disse o menino. Eu quero uma esposa, eu quero ter filhos, para isso é preciso que eu tenha uma casa. Você tem uma casa para me oferecer?

Árvore – Eu não tenho casa, a Árvore disse. Mas corte meus galhos, faça a sua casa e seja feliz.

Narrador – O Menino depressa cortou os galhos da Árvore e levou-os embora para fazer uma casa. E a Árvore ficou feliz! O Menino ficou longe por um longo, longo tempo, e no dia que voltou, a Árvore ficou alegre, de uma alegria tamanha que mal podia falar.

Árvore – Venha, venha, meu Menino, sussurrou, Venha brincar!

Menino – Estou velho para brincar, disse o Menino, e estou também muito triste. Eu quero um barco ligeiro que me leve para bem longe. Você tem algum barquinho que possa me oferecer?

Árvore – Corte meu tronco e faça seu barco, a Árvore disse. Viaje para longe e seja feliz!

Narrador – O Menino cortou o tronco, fez um barco e viajou. E a Árvore ficou feliz, mas não muito! Muito tempo depois, o Menino voltou.

Árvore – Desculpe, Menino, não tenho mais nada para te oferecer. Os frutos já se foram.

Menino – Meus dentes são fracos demais para frutos, falou o Menino.

Árvore – Já se foram os galhos para você balançar.

Menino – Já não tenho idade para me balançar, falou o menino.

Árvore – Não tenho mais tronco para você subir.

Menino – Estou muito cansado e já não sei subir.

Árvore – Eu bem que gostaria de ter qualquer coisa para lhe oferecer. Mas nada me resta e eu sou apenas um toco sem graça. Desculpe…

Árvore – Já não quero muita coisa, só um lugar sossegado onde me possa sentar, pois estou muito cansado.

Árvore – Pois bem, enchendo-se de alegria. Eu sou apenas um toco, mas um toco é muito útil para sentar e descansar. Venha, Menino, depressa, sente-se em mim e descanse.

Narrador – Foi o que o Menino fez. E a Árvore ficou feliz!


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S. Martinho

Trabalho para o S.Martinho

Material:
- Paus de espetadas;
- Castanhas;
- Lã;
- Papel;
- Tintas;
- Cola.


Musicas para o S.Martinho

Tão boas as castanhasMúsica:
“Já passei a roupa a ferro"

I
São tão boas as castanhas
Na fogueira assadinhas
Também gosto delas cruas
Depois de bem trincadinhas

Refrão
São as castanhas do castanheiro
Que nós comemos junto ao braseiro. (Bis)


II
As castanhas já comi
E agora vou brincar
No carvão sujo as mãos
Para me enfarruscar.
Fim

Dia 11 de NovembroMúsica:
"As pombinhas da Catrina”
I
Dia onze de Novembro
Esquecemos a sacola
É um dia diferente
Há magusto cá na escola.

II
Na caruma da fogueira
As castanhas a estalar
E nós todos de mãos dadas
À sua volta a cantar.

III
Com a cara toda preta
Esquecemos a sacola
É um dia diferente
Há magusto cá na escola.

IV
Foi um dia bem alegre
As castanhas a estalar
E nós todos de mãos dadas
Numa roda a cantar.
Fim

Lá vai uma, ...Música:
“Lá vai uma, lá vão duas”
Lá vai uma, lá vão duas
Três castanhas p’ra fogueira
Uma é minha, outra é tua
Outra é de quem a queira.
Fim

Chegada de S. MartinhoMúsica:
“Todos os patinhos”

Logo no Outono
As folhas vão cair.

E as uvas madurinhas
Nas vinhas vão florir. (Bis)

Porque já é tempo
Das castanhas assar.

E o São Martinho agora
Acaba de chegar. (Bis)
Fim

Minha CastanhinhaMúsica:
“Ah, ah, ah minha machadinha”

I
Ah, ah, ah, minha castanhinha (Bis)
Quem te pôs a mão sabendo que és minha (Bis)
Sabendo que és minha, do meu coração (Bis)
Salta castanhinha para a minha mão (Bis)
É na tua mão que eu quero ficar. (Bis)

II
Anda p’ro recreio, vamos lá saltar (Bis)
Vamos lá saltar e bater o pé (Bis)
Porque é no recreio que o magusto é (Bis)
Vais bater o pé, vai-me comer (Bis)
É dentro de ti que eu vou viver. (Bis)
Fim
No meu bolso guardei

No meu bolso guardei
Meia dúzia de castanhas
Tão quentinhas que estão
Que ainda queimam a minha mão.

Vou dá-las ao pai
Vou dá-las à mãe. (Bis)
Castanhas quentinhas
Que cheiram tão bem.
Fim

Lá vai uma, ...Música:
“Lá vai uma, lá vão duas”

Lá vai uma, lá vão duas
Três castanhas p’ra fogueira
Uma é minha, outra é tua
Outra é de quem a queira.
Fim

Dia onze de NovembroMúsica:
"As pombinhas da Catrina”

I
Dia onze de Novembro
Esquecemos a sacola
É um dia diferente
Há magusto cá na escola.

II
Na caruma da fogueira
As castanhas a estalar
E nós todos de mãos dadas
À sua volta a cantar.

III
Com a cara toda preta
Esquecemos a sacola
É um dia diferente
Há magusto cá na escola.

IV
Foi um dia bem alegre
As castanhas a estalar
E nós todos de mãos dadas
Numa roda a cantar.
Fim

Que belas castanhas
Música: “Apita o comboio”
I
Que belas castanhas
Lindo castanheiro
Dá cá uma mão delas
Quero ser o primeiro.

Refrão
Pula, pula, pula,
Na grande fogueira
Que rico cheirinho
Viva a brincadeira.

II
Castanhas, castanhas
Pelo São Martinho
Quentinhas e boas
Comer com leitinho.
Fim

Castanhinhas
I
São tão boas as castanhas
Na fogueira assadinhas
Também gosto delas cruas
Depois de bem trincadinhas

Refrão
São as castanhas do castanheiro
Que nós comemos junto ao braseiro. (Bis)

II
As castanhas já comi
E agora vou brincar
No carvão sujo as mãos
Para me enfarruscar.
Fim
Ladainha
Arre burrinho
Para S. Martinho
Carregadinho de pão e vinho.
Arre burrinho de Queluz
Carregadinho de luz.
Arre burrinho da Guiné
Carregadinho de café.
Arre da Rinchoa
Carregadinho burrinho de broa.
Arre burrinho, arre burrinho
Sardinha assada com pão e vinho.

Adivinhas
1- Tenho camisa e casaco
Sem remendo nem buraco
Estoiro como um foguete
Se alguém no lume me mete

2- Se me rio... de mim sai uma donzela
Mais donzela do que eu
Ela vai com quem a leva
Eu fico com quem me deu
3- Qual a coisa qual e ela
Tem três capas de Inverno
A segunda é lustrosa
A terceira é amargosa

4-Tem casca bem guardada
Ninguém lhe pode mexer
Sozinha ou acompanhada
Em Novembro nos vem ver

Soluções:
1- Castanha
2 - Ouriço
3- Castanha
4- Castanha

Provérbios - S. Martinho

  • · A cada bacorinho vem o seu S. Martinho.
    · A cada porco vem o seu S. Martinho.
    · Em dia de S. Martinho atesta e abatoca o teu vinho.
    · Martinho bebe o vinho, deixa a água para o moinho.
    · No dia de S. Martinho, fura o teu pipinho.
    · No dia de S. Martinho, come-se castanhas e bebe-se vinho.
    · No dia de S. Martinho, lume, castanhas e vinho.
    · No dia de S. Martinho, mata o porquinho, abre o pipinho, põe-te mal com o teu vizinho. (sic.)
    · No dia de S. Martinho, mata o teu porco, chega-te ao lume, assa castanhas e prova o teu vinho.
    · No dia de S. Martinho, mata o teu porco e bebe o teu vinho.
    · No dia de S. Martinho, vai à adega e prova o teu vinho.
    · Pelo S. Martinho abatoca o pipinho.
    · Pelo S. Martinho castanhas assadas, pão e vinho.
    · Pelo S. Martinho mata o teu porquinho e semeia o teu cebolinho.
    · Pelo S. Martinho nem nado nem no cabacinho.
    · Pelo S. Martinho prova o teu vinho; ao cabo de um ano já não te faz dano.
    · O Sete-Estrelo pelo S. Martinho, vai de bordo a bordinho; à meia-noite está a pino.
    · São Martinho, bispo; São Martinho, papa; S. Martinho rapa.*
    · Se o Inverno não erra o caminho, tê-lo-ei pelo S. Martinho.
    · Se queres pasmar o teu vizinho, lavra, sacha e esterca pelo S. Martinho.
    · Veräo de S. Martinho säo três dias e mais um bocadinho.
    · Vindima em Outubro que o S. Martinho to dirá.


Lenda de S.Martinho

Martinho era um valente soldado romano que estava a regressar da Itália para a sua terra, algures em França.
Montado no seu cavalo estava a passar num caminho para atravessar uma serra muito alta, chamada Alpes, e, lá no alto, fazia muito, muito frio, vento e mau tempo.
Martinho estava agasalhado normalmente para a época: tinha uma capa vermelha, que os soldados romanos normalmente usavam.
De repente, aparece-lhe um homem muito pobre, vestido de roupas já velhas e rotas, cheio de frio que lhe pediu esmola.
Infelizmente, Martinho não tinha nada para lhe dar. Então, pegou na espada, levantou-a e deu um golpe na sua capa. Cortou-a ao meio e deu metade ao pobre.
Nesse momento, de repente, as nuvens e o mau tempo desapareceram. Parecia que era Verão!
Foi como uma recompensa de Deus a Martinho por ele ter sido bom.
É por isso que todos os anos, nesta altura do ano, mesmo sendo Outono, durante cerca de três dias o tempo fica melhor e mais quente: é o Verão de São Martinho.

Outra versão da história...



Personagens da Lenda de S.Martinho... (Para Expressão Dramática, Plástica)




Trabalhos alusivos ao S.Martinho...


Uma fogueira...

Painel de S.Martinho...

Outro painel alusivo ao S.Martinho...

Cartuchos para as castanhas...
Desenhos para trabalhar o S. Martinho...



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Trabalhar a Orientação

Dentro...

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Capa de Março



Capa de Fevereiro



Capa de Janeiro



Capa de Dezembro



Capa de Novembro



Capa de Outubro



Capa de Setembro

Outono

O senhor Mago e a folha

-O senhor Mago chamava-se Antão e vivia sozinho numa casinha que havia no meio do monte.
O senhor Mago tinha três ovelhas: Guiomar, Felisberta, e Chiquita. Cuidava muito bem delas e elas gostavam muito dele.
Numa tarde escura de Outono, o senhor Mago voltava do campo com as suas ovelhas, já fartas de pastar.
O caminho estava coberto de folhas secas.
O senhor Mago ia pisando as folhas com as suas socas e elas queixavam-se com gemidos surdos, como fazem as folhas quando as pisam.
De repente, ouviu uma folha dizer:
-Ei tu aí! não me pises que me magoas!
-Oh, céus! Uma folha que fala! -pensou.
Mas não estranhou muito, porque os Magos sabem muito bem que, às vezes, tudo é possível.
Olhou para o chão e viu aquela folha…
Era diferente, nunca tinha visto outra igual a ela.
De certeza que viera de um país afastado, trazida pelo vento de Outono. Apanhou-a e disse-lhe:
-Oh, desculpa! Não te preocupes, levar-te-ei para minha casa para te levar e pendurar na parede do meu quarto, porque és uma folha muito bonita.
E assim fez. Chegou a casa, guardou as ovelhas no estábulo e foi até à fonte que havia ali perto.
Com cuidado para não a partir, lavou-a muito bem lavada e pensou na melhor maneira de a secar. Acendeu o lume e pendurou-a a secar.
Depois levou-a para o seu quarto e pousou-a em cima da mesinha de cabeceira.
Antes de se deitar, pôs-se a pensar:
- Já estou velho e sinto-me só. Se um dia adoeço, não tenho quem cuide de mim. Esta folha que encontrei é muito formosa e, se calhar, podia transformá-la numa menina.
Meu dito, meu feito.
Um pincel e tintas de muitas cores seriam as melhores ferramentas para realizar a sua magia.
Pintou-lhe uns longos cabelos louros, olhos azuis, um nariz empinado e uma boca de lábios rosados, umas orelhas redondas, uns braços com mãos suaves e dedos perfeitos, umas pernas com pés ligeiros como o vento…
Quando terminou, guardou a folha na caixinha dos desejos e pousou-a na pedra da janela.
Se nessa noite as nuvens deixassem ver o brilho das estrelas, o seu desejo tornar-se-ia realidade.
Durante a noite, o senhor Mago acordou, olhou pela janela e viu no céu a lua cheia cercada de estrelas brilhantes como prata. Ficou muito contente e voltou a adormecer.
Levantou-se muito cedinho, ao raiar do dia. Esfregou os olhos, aproximou-se da janela e, ao levantar a tampa da caixinha dos desejos, ficou espantado…
A folhinha desaparecera e, no seu lugar, estava uma menina adormecida, tão formosa como ele a imaginara.
Acordou-a com muita doçura. A menina abriu os olhos, pestanejou e disse:
- Bom dia, papá!
O senhor Mago tremia de alegria: “papá! Uma filha! Já não estou só!”
Mas… que nome lhe ia dar?
- Já sei! Como Antão é um nome muito bonito, ela vai ser Anteia: Anteia, filha de Antão!

Toño Núñez, O senhor Mago e a folha, ilustrado por Suso Cubeiro

Uma ideia retirada da internet...

Era uma vez umas folhas de Outono, que viajaram nas mochilas dos meninos que andam a aprender na Escola. As folhas pularam de dentro das mochilas para cima de folha de papel. A cola ajudou-as a ficarem juntas, as tintas e os pincéis ajudaram ao nascimento dos Meninos de Outono.
Os meninos de Outono estão alegremente, em fila na parede da nossa sala de aula.
Com estes amigos já aprendemos a escrever a palavra Outono, os frutos que aparecem nesta estação do ano, a fossilizar folhas e também a colorir com as cores que pintam a Natureza nesta época.
Acreditamos que os Meninos de Outono gostam de ajudar por isso vamos fazer com que eles visitem outras escolas.
Quando chegar o Inverno teremos que nos despedir e dizer:
- ATÉ PRÓ ANO.
Texto Colectivo



Desenhos para o Outono...










Espantalhos...




Puzzles com o tema: Outono





Utilizando folhas...



Árvores para trabalhar o Outono...


Folhas para trabalhar o Outono...






Fogueira...



Figo...


Um Painel de Outono...


Cestas de fruta...






Cestas com fruta...











Trabalhos de Outono...







Cesta de frutos outonais...

Painel de Outono...


Mobliles de Outono(molde)






Uma actividade


Mais uma ideia para o Outono


Outra ideia...


Desenhos de Outono para colorir...







































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