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Dramática - Improvisar textos/histórias


Improvisar textos/histórias a partir de imagens...


individualmente ou colectivamente...


História - A raposa e o mocho



História - Capuchinho Vermelho


Histórias para produção textual...











Expressão Dramática - "Dia do pai"

Expressão Dramática
Teatro – Dia do Pai

O porquê do Dia do Pai?
O Dia do Pai celebra-se a 19 de Março. Por que é que calha nesta data? É porque este é o dia de S. José, o pai de Jesus. Assim faz-se uma homenagem especial a todos os pais do mundo.

(Coloca-se uma trilha sonora (veja dica) e, ao centro do palco, um homem caminha vestido com várias peças de roupa como: terno e camiseta por baixo, ténis num pé e noutro sandália, bermudas..., seu rosto, porém, deve estar coberto por tiras de pano para dar a impressão de que ele não tem face. Nesta apresentação vamos explorar bem a dicção e expressão).

PAI: (imponente): Até há pouco tempo meu papel na família era fácil e simples. Pão na mesa e pronto! Mas hoje? Tudo mudou! Os filhos não querem mais nem saber de um pai como foi meu pai. (reflexivo) Mas então: Como é que deve ser um Pai?

(Ele fica congelado no centro do palco. Começam a surgir os personagens. Eles andam freneticamente pelo palco declamando seus textos. Muda-se a trilha sonora. Depois de um tempo, um a um vão à frente do pai e declamam suas frases para a plateia. Enquanto o personagem recita, os outros congelam e, após a fala, voltam a andar no mesmo ritmo e continuando o falatório).

FILHO 1: (indignado): Meu pai têm muitos amigos e vive mais com eles do que comigo!

FILHO 2: (triste): Como gostaria de ter um pai. Infelizmente ele morreu antes de eu nascer!

FILHO 3: (eufórico): Hoje vai ser um dia bom: eu e meu pai vamos pescar.
Ele é um pescador de sorte!

FILHA 4: (desabafo): Como gostaria de ouvir de meu pai, pelo menos uma vez: Filha, eu amo-te!

FILHO 5: (alegre): Hoje eu e ele fizemos tantas brincadeiras juntos. Foi muito bom! Meu pai é o melhor!

FILHA 6: (apaixonada): Olhem só como é bonito este colar de palha que ganhei. E não pensem que o ganhei do meu namorado. Foi o meu pai! Gosto muito do meu Pai!

FILHO 7: (descrente): Gostaria muito de dizer-lhe o quanto ele é importante para mim, mas, infelizmente, nunca tivemos intimidade para isso!

FILHA 8: (esperançosa): Acho que um dia ele voltará! Meu coração sente isso! Volta pai, você faz-me muita falta!

(A este ponto, todos diminuem os passos e ficam em silêncio. Aos poucos, e de cabeça baixa, saem de cena. Volta-se a trilha anterior. O pai que estava congelado no centro do palco fala).

PAI: Estou muito preocupado. Será que eu, pai, sou ainda tão importante como fui até agora? Sinceramente, não tenho mais certeza sobre qual seja realmente o meu papel de pai! É isso mesmo: Algumas mulheres chegam a afirmar que já não somos mais necessários. Que elas podem muito bem criar os filhos sozinhas. Não sei de que tipo de pais estavam a falar, mas era mesmo de pai. (reflexivo) Como deve ser então um pai?
(Neste momento congela-se novamente. Entra um personagem "velhinho".
Falando com a plateia ele, oportunamente, abraça o pai num gesto de companheirismo).

VELHINHO: (sereno e sorridente) É, completaram-se 42 anos de exercício neste mandato (sorrisos). Naquele tempo era mais fácil ser pai. Era só fazer cara de bravo e dizer não! Mas, não pensem que ser pai, naquele tempo era só isso, não. Embora houvesse muito respeito e silêncio quando eu tossia propositadamente, o medo logo desaparecia quando, aos pés da cama, contava histórias de minha infância até que eles dormissem. Fui pai e continuarei sendo, naturalmente, com uns retoques! Ser pai é um presente de Deus que continua até a morte. É muito bonito ser pai!

(O velhinho se afasta e continua a olhar o pai que está congelado. Nisso entram, um a um, os filhos. Cada um, por vez, desamarra uma fita do rosto do pai e declama o seu texto). (valorizem a expressão corporal)

FILHA 4: Ser pai é... Não ter um único dia sem ter ficado nervoso, com medo de algum imprevisto, mas ter se sentido orgulhoso e cheio de felicidade ao tomar nos braços o filho recém-nascido.

FILHO 5: Ser pai é... Ter olhado com indignação para a criança de rua que incomodava seu descanso, mas ter sido vencido pelo amor e ter adoptado e educado com carinho.

FILHO 2: Ser pai é... Ter perdido o emprego por ter chegado tarde, pois era mais importante a vida do filho. Sim, por ele passou inúmeras noites em claro junto com sua amada esposa e companheira.

FILHO 1: Ser pai é... Ter visto o rosto do filho molhado de lágrimas ao repreendê-lo em alguma traquinice, mas, momentos depois, estava já a brincar com ele, como amigos, como se nada tivesse acontecido.

FILHA 6: Ser pai é... Entristecer-se ao ver o filho adolescente cansado da vida, sentindo-se fracassado..., e, logo, ter procurado compreendê-lo, dando-lhe ânimo e coragem que só um pai consegue fazer.

FILHO 3: Ser pai é... Ter perdido o filho para o mundo dos vícios, do roubo, da violência..., mas ter reservado sempre em seu coração um lugar exclusivo para o seu retorno.

FILHO 6: Ser pai é...Ter sacrificado a vida toda trabalhando para deixar alguma herança para os filhos e, embora esquecido num asilo, não esquece dos filhos, alegrando-se por saber que estão bem. (vai na direcção do velhinho e o abraça)

FILHA 4: Ser pai é... Brincar feliz, feito criança, com seus netos.

FILHO 1: Ser pai é... Ser amigo!

(O pai deve estar com o rosto todo descoberto. Abraça e beija um a um os personagens).

PAI: Minhas filhas e meus filhos queridos. Confesso que nem sempre fui um pai como vocês esperavam e mereciam. Me desculpem! Mas, podem acreditar, que sempre vos amei com ternura. Vou esforçar-me para vos compreender. Se não conseguir, compreendam-me, pois se o meu jeito de ser é estranho para vocês, imaginem eu conviver com a realidade dos piercings, gírias, gestos, tatuagens que vocês adoram. Uma coisa eu garanto, tudo farei para ser o pai que vocês gostam.

VELHINHO: (aproxima-se do pai batendo palmas e diz) Gostei e estou plenamente de acordo com o vosso pai. Digo mais: embora saiba que ser pai, nos dias de hoje, é uma tarefa difícil para qualquer um, ele respondeu muito bem à pergunta que o torturava: o que é ser pai. Ele mesmo deu a resposta certa: Ser pai é ser um amigo!


Diploma: Dia do Pai




Desenho colorir

Para uma carta...




Para um cartão...

para oferecer...


Coração menina...

Para escrever um poema ou mensagem...


Coração menino...

Para escrever um poema ou uma mensagem...

Expressão Dramática - "Dia da Mãe"

Expressão Dramática

Teatro - Dia da Mãe


Tipo: leitura e mímica.
Personagens: Menino, Mãe, Narrador.
Cenário: 1 mesa com 2 cadeiras; bloco de papel e caneta.

(O narrador lê pausadamente o texto enquanto os personagens fazem mímicas ou agem de acordo com o texto).


Narrador - Paulinho era uma criança muito obediente. Ajudava sempre a mãe nas tarefas da casa. Certo dia, Paulinho queria comprar uma bola. Escreveu um bilhete e colocou ao lado do prato da mãe à hora do almoço. Dizia assim:


Menino - Mãe deve a Paulinho:
Por guardar a roupa...4,00€
Por arrumar a cama...3,00€
Por anotar recados...4,00€
Por lavar a louça …5,00€
Por fazer as lições …4,00€
Total: 20,00


Narrador - À mesa do jantar, Paulinho achou os vinte euros e também havia uma notinha que dizia:


Mãe - Paulinho deve à Mãe:
Por 3 boas refeições ao dia: NADA
Por lavar e passar sua roupa: NADA
Por cuidar quando está doente: NADA
Por um bom lar e muito amor: NADA
Por ensinar e educar: NADA
Total: NADA


Narrador - O menino abraça a mãe e fala:



Menino - Querida Mãe,
Obrigado por teu carinho, teus sacrifícios e teu amor sem fim. Amo-te!


Narrador - Todas as crianças dizem:


Todas as crianças - Querido Deus,
Obrigado pela mãe que Tu me destes. E que me ensinou o que é o amor.





Teatro - "Dia da Mãe"

Um lugar especial no coração da mãe



Júnior - (Fica sentado no palco com uma almofada de coração e com roupa bem infantil...). E Sempre antes de entrar as crianças, repetirá a fala:
– Eu sei que tenho um lugar especial no coração da mãe...
(Repetirá nove vezes, por isso é preciso dar uma expressão diferente: alívio, alegria, orgulho, consciência, meiguice...).


Crianças 1 - (Entram com frutas, saquinhos de supermercado, avental, panela. e todas falam juntas). –...porque ela se preocupa com a minha alimentação!


Júnior – Eu sei que tenho um lugar especial no coração da mãe...


Crianças 2 - (Entram com roupas de dormir, caixa de remédios e primeiros socorros, termómetro, colher, travesseiro, bolsa de água quente... e todas falam juntas.) –... porque ela fica muito preocupada e acordada a noite toda quando eu fico doente!


Júnior – Eu sei que tenho um lugar especial no coração da mãe...


Crianças 3 - (Crianças entram com marcas de beijos no rosto, roupa amassada… e todas falam juntas.) – ...porque muitas vezes ela mostra o seu carinho ao me abraçar e me beijar!


Júnior – Eu sei que tenho um lugar especial no coração da mãe...


Crianças 4 - (Entram vestidas de uniforme escolar e com cadernos, mochila, lancheira... e todas falam juntas). –... porque ela está sempre acompanhando minhas actividades na escola!
Júnior – Eu sei que tenho um lugar especial no coração da mãe...


Crianças 5 - (Entram com a mão no “bumbum”, com cara de dor e sentam nas cadeiras... e todas falam juntas). –... porque sempre que faço alguma coisa errada ela corrige-me e, às vezes, fico até de castigo!

Júnior – Eu sei que tenho um lugar especial no coração da mãe...

Crianças 6 - (Entram com roupão, toalha, champô, sabonete, cotonete... e todas falam juntas). –... porque ela está sempre cuidando para que eu esteja sempre limpinho!


Júnior – Eu sei que tenho um lugar especial no coração da mãe...


Crianças 7- (Entram com boneca, bola, outros brinquedos... e todas falam juntas). –...porque ela sempre separa um tempo para brincarmos juntos!


Júnior – Eu sei que tenho um lugar especial no coração da mãe...


Crianças 8: (Entram com as mãos juntas, em sentido de oração... e todas falam juntas). –...porque ela nunca se esquece de mim em suas orações!


Júnior – Eu sei que tenho um lugar especial no coração da mãe...


Narrador -Todas as crianças repetem juntas e bem forte:


Todas as crianças – Eu sei que tenho um lugar especial no coração da minha mãe...


Diplomas para o "Dia da Mãe"







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Dia da Árvore - 21 de Março




Desenho alusivo ao "Dia da Árvore"


Para trabalhar o Dia da Árvore










Diz por tuas palavras, porque a árvore é importante para nós.

Tu achas certo o que esse lenhador está a querer fazer? Porquê?

Dia da Árvore - 21 deMarço
Dia Mundial da Floresta - 21 de Março

A comemoração oficial do Dia da Árvore teve lugar pela primeira vez no estado norte-americano do Nebraska, em 1872. John Stirling Morton conseguiu induzir toda a população a consagrar um dia no ano à plantação ordenada de diversas árvores para resolver o problema da escassez de material lenhoso.
A Festa da Árvore rapidamente se expandiu a quase todos os países do mundo, e em Portugal comemorou-se pala primeira vez a 9 de Março de 1913.
Em 1971 e na sequência de uma proposta da Confederação Europeia de Agricultores, que mereceu o melhor acolhimento da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), foi estabelecido o Dia Florestal Mundial com o objectivo de sensibilizar as populações para a importância da floresta na manutenção da vida na Terra.
Em 21 de Março de 1972 - início da Primavera no Hemisfério Norte - foi comemorado o primeiro DIA MUNDIAL DA FLORESTA em vários países, entre os quais Portugal.
Teatro - Expressão Dramática

AS PARTES DA ÁRVORE

MENINO AS PARTES DA ÁRVORE
PERSONAGENS:
(Narradora: Menino , Árvore , Raiz , Caule , Folha , Flores e Frutos).
NARRADORA - (de um canto do palco, fala à plateia, enquanto entra a ÁRVORE e se coloca no centro do palco): Ricardo, preocupado com as lições que aprendeu na escola, deitou-se à sombra de um castanheiro e adormeceu. No seu sonho aconteceram coisas interessantes. Havia até uma árvore que falava. Vamos conhecer o sonho do Ricardo? Então, vamos ficar quietinhos para não o acordar.
O MENINO - encosta-se à árvore e, em posição relaxada, adormece.
ÁRVORE - (para o MENINO): Por que é que estás tão pensativo?
MENINO - (leva um susto): Quem está aí? (levanta-se)
ÁRVORE – Sou eu.
MENINO - (olhando para todos os lados, assustado): Eu, quem?
ÁRVORE – Sou eu, o castanheiro. Estou a fazer sombra para que tu penses melhor sobre as lições de casa.
MENINO – Como é que tu sabes que eu trouxe trabalho da escola?
ÁRVORE – Ora, todos os meninos que estudam trazem deveres para casa...
MENINO - (pensativo): É... Eu estou muito preocupado...
ÁRVORE – Preocupado? Com quê?
MENINO – Com o assunto que a professora explicou hoje na escola.
ÁRVORE – Sobre o quê? Talvez eu possa ajudar...
MENINO – Tu?! (pára e pensa): Pensando bem, até és a mais indicada para isso.
ÁRVORE – Eu? Porquê?
MENINO – Porque é exactamente sobre a árvore.
ÁRVORE – Ah, sim... então tens razão. O que queres saber sobre a árvore?
MENINO – Tudo! (baixa-se e, enquanto fala, ergue-se aos poucos – mímica do nascimento da árvore) - Como nasce... Como cresce... E como fica bonita, assim como tu.
ÁRVORE – Está bem. Vou-te contar a minha história. Certo dia, o teu pai cavou a terra e colocou lá uma sementinha de castanheiro...
MENINO – E deixou-a assim?
ÁRVORE – Não! Deixa, que eu explico; assim tu poderás plantar uma árvore, também. O teu pai cobriu a sementinha com terra, para me proteger. Aí, eu comecei a germinar... uns dias depois.
MENINO – Mas ninguém cuidou de ti?
ÁRVORE – Sim. Todos os dias o teu pai vinha regar-me e observar o meu desenvolvimento.
MENINO – Mas para que é que tu precisas de água?
ÁRVORE – Como tu precisas de água para beber e de te alimentares, eu também preciso.
MENINO – O que é que tu comes?
ÁRVORE – A minha comida é bastante diferente da tua... Alimento-me de água e sais minerais. Bem, vou apresentar-te as partes que compõem o meu corpo. Assim poderás entender melhor.
A ÁRVORE - sai e entram as partes dela, que se colocam nas seguintes posições
(em fila, uma trás das outras):

RAIZ – de cócoras, braços relaxados e cabeça baixa;
CAULE – de joelhos, cabeça baixa, em posição erecta;
FOLHA – de pé, com os braços abertos lateralmente e com as mãos caídas;
FLORES – de pé, braços abertos em “V”, mãos caídas;
FRUTOS – de pé, braços para cima.

MENINO – Quem vem primeiro?
RAIZ – Sou eu, a raiz.
MENINO – O que tu fazes?
RAIZ - (levanta a cabeça): Eu retiro da terra certos alimentos que dão força à árvore e a fazem crescer. Água e sais minerais! (baixa a cabeça).
MENINO – E tu? O que fazes?
CAULE - (levanta a cabeça): Eu sou o caule. Eu levo o alimento para as outras partes da planta. Também seguro os ramos com as suas folhas, flores e frutos. (baixa a cabeça)
MENINO - (apontando): E tu ?
FOLHA – Eu sou a folha. É por mim que a planta respira.
MENINO - (sorrindo): Então, tu és o nariz da árvore?
FOLHA – Mais ou menos isso.
FLOR – E eu sou a flor.
MENINO – Ah, já sei! Tu enfeitas o vaso da minha casa...
FLOR – Sim, eu enfeito o vaso da tua casa. Mas a minha maior função é a de criar frutinhos que tu vais saborear e que darão novas árvores.
FRUTO – Eu sou o fruto e muito gostoso. É de mim que o teu pai fará nascer outro castanheiro. É a semente de que a árvore te contou.
RAIZ, CAULE, FOLHA, FLOR e FRUTO (em coro):
Agora que você já sabe
as cinco partes da planta,
poderás estudar a tua lição
sen nenhuma preocupação.

(Saem as partes da planta e retorna a ÁRVORE).

ÁRVORE – Como é, gostaste de me conhecer?
MENINO – Muito! Nunca pensei que tivesses isso tudo.
ÁRVORE – Como tu agora já aprendeste, deves contar aos teus amiguinhos que a árvore tem vida e que sentimos muito quando vocês nos maltratam, cortando os nossos frutos ainda verdes, arrancando nossas folhas inutilmente... ou partindo os nossos ramos por maldade.
(O MENINO encosta-se sob a ÁRVORE e volta a adormecer).
Depois de algum tempo, a ÁRVORE deixa cair uma folha sobre o MENINO
e este, assustado, desperta.
MENINO – Não, não fui eu quem te arrancou esta folhinha, dona Árvore! (Observa, algo surprendido...) :- Mas... por que será que a árvore não respondeu? (pensa): - Será que eu sonhei? Mas que sonho agradável! (vai saindo): Agora vou poder estudar melhor.
(Olha para a platéia): - Tchau! (e sai)
F I M

Nota: este texto pode ser apresentado em ambientes escolares, livremente, sem pagamentos de taxas a título de Direitos Autorais. Trata-se de texto didáctico.
A única exigência que se faz é que, ao ser apresentado, seja divulgada à platéia a importância do Teatro Educativo na formação integral da criança.
Adaptação de Vaz Nunes - 2003
História - A Árvore generosa


Era uma vez uma Árvore que amava um Menino. E todos os dias, o Menino vinha e juntava suas folhas. E com elas fazia coroas de rei. E com a Árvore, brincava de rei da floresta. Subia em seu grosso tronco, balançava-se em seus galhos! Comia seus frutos. E quando ficava cansado, o Menino repousava à sua sombra fresquinha. O Menino amava a Árvore profundamente. E a Árvore era feliz!Mas o tempo passou e o Menino cresceu! Um dia, o Menino veio e a Árvore disse:
- Menino, venha subir no meu tronco, balançar-se nos meus galhos, repousar à minha sombra e ser feliz!
- Estou grande demais para brincar, o Menino respondeu. Quero comprar muitas coisas. Você tem algum dinheiro que possa me oferecer?
- Sinto muito, disse a Árvore, eu não tenho dinheiro. Mas leve os frutos, Menino. Vá vendê-los na cidade, então terá o dinheiro e você será feliz!E assim o Menino subiu pelo tronco, colheu os frutos e levou-os embora. E a Árvore ficou feliz!Mas o Menino sumiu por muito tempo… E a Árvore ficou tristonha outra vez. Um dia, o Menino veio e a Árvore estremeceu tamanha a sua alegria, e disse:
- Venha, Menino, venha subir no meu tronco, balançar-se nos meus galhos e ser feliz. Estou muito ocupado para subir em Árvores”, disse o menino. Eu quero uma esposa, eu quero ter filhos, para isso é preciso que eu tenha uma casa. Você tem uma casa para me oferecer?
- Eu não tenho casa, a Árvore disse. Mas corte meus galhos, faça a sua casa e seja feliz. O Menino depressa cortou os galhos da Árvore e levou-os embora para fazer uma casa. E a Árvore ficou feliz! O Menino ficou longe por um longo, longo tempo, e no dia que voltou, a Árvore ficou alegre, de uma alegria tamanha que mal podia falar.
- Venha, venha, meu Menino, sussurrou, Venha brincar!
- Estou velho para brincar, disse o Menino, e estou também muito triste.
- Eu quero um barco ligeiro que me leve para bem longe. Você tem algum barquinho que possa me oferecer?
- Corte meu tronco e faça seu barco, a Árvore disse. Viaje para longe e seja feliz!O Menino cortou o tronco, fez um barco e viajou.E a Árvore ficou feliz, mas não muito! Muito tempo depois, o Menino voltou.
- Desculpe, Menino, a Árvore disse, não tenho mais nada para te oferecer. Os frutos já se foram.- Meus dentes são fracos demais para frutos, falou o Menino.
- Já se foram os galhos para você balançar, a Árvore disse.
- Já não tenho idade para me balançar, falou o menino.
- Não tenho mais tronco para você subir, a Árvore disse.
- Estou muito cansado e já não sei subir, falou o Menino.
- Eu bem que gostaria de ter qualquer coisa para lhe oferecer, suspirou a Árvore.
- Mas nada me resta e eu sou apenas um toco sem graça. Desculpe…
- Já não quero muita coisa”, disse o Menino, só um lugar sossegado onde possa me sentar, pois estou muito cansado.
- Pois bem, respondeu a Árvore, enchendo-se de alegria. Eu sou apenas um toco, mas um toco é muito útil para sentar e descansar. Venha, Menino, depressa, sente-se em mim e descanse.Foi o que o Menino fez. E a Árvore ficou feliz!

Teatro - A Árvore Generosa

Dramatizar - Expressão Dramática


Narrador – Era uma vez uma Árvore que amava um Menino. E todos os dias, o Menino vinha e juntava suas folhas. E com elas fazia coroas de rei. E com a Árvore, brincava de rei da floresta. Subia em seu grosso tronco, balançava-se em seus galhos! Comia seus frutos. E quando ficava cansado, o Menino repousava à sua sombra fresquinha. O Menino amava a Árvore profundamente. E a Árvore era feliz! Mas o tempo passou e o Menino cresceu! Um dia, o Menino veio e a Árvore disse:

Árvore – Menino, venha subir no meu tronco, balançar-se nos meus galhos, repousar à minha sombra e ser feliz!

Menino – Estou grande demais para brincar, o Menino respondeu. Quero comprar muitas coisas. Você tem algum dinheiro que possa me oferecer?Árvore – Sinto muito, disse a Árvore, eu não tenho dinheiro. Mas leve os frutos, Menino. Vá vendê-los na cidade, então terá o dinheiro e você será feliz!Narrador – E assim o Menino subiu pelo tronco, colheu os frutos e levou-os embora. E a Árvore ficou feliz! Mas o Menino sumiu por muito tempo… E a Árvore ficou tristonha outra vez. Um dia, o Menino veio e a Árvore estremeceu de tamanha a sua alegria, e disse:

Árvore – Venha, Menino, venha subir no meu tronco, balançar-se nos meus galhos e ser feliz.

Menino – Estou muito ocupado para subir em Árvores”, disse o menino. Eu quero uma esposa, eu quero ter filhos, para isso é preciso que eu tenha uma casa. Você tem uma casa para me oferecer?

Árvore – Eu não tenho casa, a Árvore disse. Mas corte meus galhos, faça a sua casa e seja feliz.

Narrador – O Menino depressa cortou os galhos da Árvore e levou-os embora para fazer uma casa. E a Árvore ficou feliz! O Menino ficou longe por um longo, longo tempo, e no dia que voltou, a Árvore ficou alegre, de uma alegria tamanha que mal podia falar.

Árvore – Venha, venha, meu Menino, sussurrou, Venha brincar!

Menino – Estou velho para brincar, disse o Menino, e estou também muito triste. Eu quero um barco ligeiro que me leve para bem longe. Você tem algum barquinho que possa me oferecer?

Árvore – Corte meu tronco e faça seu barco, a Árvore disse. Viaje para longe e seja feliz!

Narrador – O Menino cortou o tronco, fez um barco e viajou. E a Árvore ficou feliz, mas não muito! Muito tempo depois, o Menino voltou.

Árvore – Desculpe, Menino, não tenho mais nada para te oferecer. Os frutos já se foram.

Menino – Meus dentes são fracos demais para frutos, falou o Menino.

Árvore – Já se foram os galhos para você balançar.

Menino – Já não tenho idade para me balançar, falou o menino.

Árvore – Não tenho mais tronco para você subir.

Menino – Estou muito cansado e já não sei subir.

Árvore – Eu bem que gostaria de ter qualquer coisa para lhe oferecer. Mas nada me resta e eu sou apenas um toco sem graça. Desculpe…

Árvore – Já não quero muita coisa, só um lugar sossegado onde me possa sentar, pois estou muito cansado.

Árvore – Pois bem, enchendo-se de alegria. Eu sou apenas um toco, mas um toco é muito útil para sentar e descansar. Venha, Menino, depressa, sente-se em mim e descanse.

Narrador – Foi o que o Menino fez. E a Árvore ficou feliz!


Clica no meu bolsinho...


S. Martinho

Trabalho para o S.Martinho

Material:
- Paus de espetadas;
- Castanhas;
- Lã;
- Papel;
- Tintas;
- Cola.


Musicas para o S.Martinho

Tão boas as castanhasMúsica:
“Já passei a roupa a ferro"

I
São tão boas as castanhas
Na fogueira assadinhas
Também gosto delas cruas
Depois de bem trincadinhas

Refrão
São as castanhas do castanheiro
Que nós comemos junto ao braseiro. (Bis)


II
As castanhas já comi
E agora vou brincar
No carvão sujo as mãos
Para me enfarruscar.
Fim

Dia 11 de NovembroMúsica:
"As pombinhas da Catrina”
I
Dia onze de Novembro
Esquecemos a sacola
É um dia diferente
Há magusto cá na escola.

II
Na caruma da fogueira
As castanhas a estalar
E nós todos de mãos dadas
À sua volta a cantar.

III
Com a cara toda preta
Esquecemos a sacola
É um dia diferente
Há magusto cá na escola.

IV
Foi um dia bem alegre
As castanhas a estalar
E nós todos de mãos dadas
Numa roda a cantar.
Fim

Lá vai uma, ...Música:
“Lá vai uma, lá vão duas”
Lá vai uma, lá vão duas
Três castanhas p’ra fogueira
Uma é minha, outra é tua
Outra é de quem a queira.
Fim

Chegada de S. MartinhoMúsica:
“Todos os patinhos”

Logo no Outono
As folhas vão cair.

E as uvas madurinhas
Nas vinhas vão florir. (Bis)

Porque já é tempo
Das castanhas assar.

E o São Martinho agora
Acaba de chegar. (Bis)
Fim

Minha CastanhinhaMúsica:
“Ah, ah, ah minha machadinha”

I
Ah, ah, ah, minha castanhinha (Bis)
Quem te pôs a mão sabendo que és minha (Bis)
Sabendo que és minha, do meu coração (Bis)
Salta castanhinha para a minha mão (Bis)
É na tua mão que eu quero ficar. (Bis)

II
Anda p’ro recreio, vamos lá saltar (Bis)
Vamos lá saltar e bater o pé (Bis)
Porque é no recreio que o magusto é (Bis)
Vais bater o pé, vai-me comer (Bis)
É dentro de ti que eu vou viver. (Bis)
Fim
No meu bolso guardei

No meu bolso guardei
Meia dúzia de castanhas
Tão quentinhas que estão
Que ainda queimam a minha mão.

Vou dá-las ao pai
Vou dá-las à mãe. (Bis)
Castanhas quentinhas
Que cheiram tão bem.
Fim

Lá vai uma, ...Música:
“Lá vai uma, lá vão duas”

Lá vai uma, lá vão duas
Três castanhas p’ra fogueira
Uma é minha, outra é tua
Outra é de quem a queira.
Fim

Dia onze de NovembroMúsica:
"As pombinhas da Catrina”

I
Dia onze de Novembro
Esquecemos a sacola
É um dia diferente
Há magusto cá na escola.

II
Na caruma da fogueira
As castanhas a estalar
E nós todos de mãos dadas
À sua volta a cantar.

III
Com a cara toda preta
Esquecemos a sacola
É um dia diferente
Há magusto cá na escola.

IV
Foi um dia bem alegre
As castanhas a estalar
E nós todos de mãos dadas
Numa roda a cantar.
Fim

Que belas castanhas
Música: “Apita o comboio”
I
Que belas castanhas
Lindo castanheiro
Dá cá uma mão delas
Quero ser o primeiro.

Refrão
Pula, pula, pula,
Na grande fogueira
Que rico cheirinho
Viva a brincadeira.

II
Castanhas, castanhas
Pelo São Martinho
Quentinhas e boas
Comer com leitinho.
Fim

Castanhinhas
I
São tão boas as castanhas
Na fogueira assadinhas
Também gosto delas cruas
Depois de bem trincadinhas

Refrão
São as castanhas do castanheiro
Que nós comemos junto ao braseiro. (Bis)

II
As castanhas já comi
E agora vou brincar
No carvão sujo as mãos
Para me enfarruscar.
Fim
Ladainha
Arre burrinho
Para S. Martinho
Carregadinho de pão e vinho.
Arre burrinho de Queluz
Carregadinho de luz.
Arre burrinho da Guiné
Carregadinho de café.
Arre da Rinchoa
Carregadinho burrinho de broa.
Arre burrinho, arre burrinho
Sardinha assada com pão e vinho.

Adivinhas
1- Tenho camisa e casaco
Sem remendo nem buraco
Estoiro como um foguete
Se alguém no lume me mete

2- Se me rio... de mim sai uma donzela
Mais donzela do que eu
Ela vai com quem a leva
Eu fico com quem me deu
3- Qual a coisa qual e ela
Tem três capas de Inverno
A segunda é lustrosa
A terceira é amargosa

4-Tem casca bem guardada
Ninguém lhe pode mexer
Sozinha ou acompanhada
Em Novembro nos vem ver

Soluções:
1- Castanha
2 - Ouriço
3- Castanha
4- Castanha

Provérbios - S. Martinho

  • · A cada bacorinho vem o seu S. Martinho.
    · A cada porco vem o seu S. Martinho.
    · Em dia de S. Martinho atesta e abatoca o teu vinho.
    · Martinho bebe o vinho, deixa a água para o moinho.
    · No dia de S. Martinho, fura o teu pipinho.
    · No dia de S. Martinho, come-se castanhas e bebe-se vinho.
    · No dia de S. Martinho, lume, castanhas e vinho.
    · No dia de S. Martinho, mata o porquinho, abre o pipinho, põe-te mal com o teu vizinho. (sic.)
    · No dia de S. Martinho, mata o teu porco, chega-te ao lume, assa castanhas e prova o teu vinho.
    · No dia de S. Martinho, mata o teu porco e bebe o teu vinho.
    · No dia de S. Martinho, vai à adega e prova o teu vinho.
    · Pelo S. Martinho abatoca o pipinho.
    · Pelo S. Martinho castanhas assadas, pão e vinho.
    · Pelo S. Martinho mata o teu porquinho e semeia o teu cebolinho.
    · Pelo S. Martinho nem nado nem no cabacinho.
    · Pelo S. Martinho prova o teu vinho; ao cabo de um ano já não te faz dano.
    · O Sete-Estrelo pelo S. Martinho, vai de bordo a bordinho; à meia-noite está a pino.
    · São Martinho, bispo; São Martinho, papa; S. Martinho rapa.*
    · Se o Inverno não erra o caminho, tê-lo-ei pelo S. Martinho.
    · Se queres pasmar o teu vizinho, lavra, sacha e esterca pelo S. Martinho.
    · Veräo de S. Martinho säo três dias e mais um bocadinho.
    · Vindima em Outubro que o S. Martinho to dirá.


Lenda de S.Martinho

Martinho era um valente soldado romano que estava a regressar da Itália para a sua terra, algures em França.
Montado no seu cavalo estava a passar num caminho para atravessar uma serra muito alta, chamada Alpes, e, lá no alto, fazia muito, muito frio, vento e mau tempo.
Martinho estava agasalhado normalmente para a época: tinha uma capa vermelha, que os soldados romanos normalmente usavam.
De repente, aparece-lhe um homem muito pobre, vestido de roupas já velhas e rotas, cheio de frio que lhe pediu esmola.
Infelizmente, Martinho não tinha nada para lhe dar. Então, pegou na espada, levantou-a e deu um golpe na sua capa. Cortou-a ao meio e deu metade ao pobre.
Nesse momento, de repente, as nuvens e o mau tempo desapareceram. Parecia que era Verão!
Foi como uma recompensa de Deus a Martinho por ele ter sido bom.
É por isso que todos os anos, nesta altura do ano, mesmo sendo Outono, durante cerca de três dias o tempo fica melhor e mais quente: é o Verão de São Martinho.

Outra versão da história...



Personagens da Lenda de S.Martinho... (Para Expressão Dramática, Plástica)




Trabalhos alusivos ao S.Martinho...


Uma fogueira...

Painel de S.Martinho...

Outro painel alusivo ao S.Martinho...

Cartuchos para as castanhas...
Desenhos para trabalhar o S. Martinho...



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