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Expressão Dramática - Teatros/Histórias

Para lembrar as cores do arco-íris

https://sites.google.com/site/aturmadoarcoiris/

Para ajudar a lembrar a sequência de cores do arco-íris, usa-se a mnemónica:
«Vermelho lá vai violeta»...Em que l,a,v,a,i representam a sequência laranja,amarelo,verde,azul,indigo (anil).


Para aplicar as cores do arco-íris


Arco-íris




A lenda do arco-íris


O João era pobre. O pai tinha morrido e era muito difícil a mãe manter a casa e sustentar os filhos.
Um dia ela pediu-lhe que fosse pescar alguns peixes para o jantar.
O João reparou numa coisa a mexer-se no meio do arvoredo. Aproximou-se sorrateiro, abaixou-se, afastou as folhas devagarinho e viu um pequeno homem sentado num minúsculo banco de madeira.
Costurava um colete verde com um ar compenetrado enquanto cantarolava uma musiquinha.À frente do João estava um anão. Rapidamente esticou o braço e prendeu o homenzinho entre os dedos.
- Boa tarde, meu senhor.
- Como estás, João? - respondeu o homenzinho com um sorriso malicioso.
Mas o anão tinha montes de truques para se libertar dos humanos. Inventava pessoas e animais a aproximarem-se, para que desviassem o olhar e ele pudesse escapar.
- Diz-me lá, onde fica o tesouro do arco-íris?
Mas o anão gritou para o João que vinha lá um touro bravo a correr bem na sua direcção. Ele assustou-se, abriu a mão e o anão desapareceu.
O João sentiu uma grande tristeza, pois quase tinha ficado rico.
E, com estas andanças, voltou para casa de mãos a abanar, sem ter pescado peixe nenhum. Mal chegou contou à mãe o sucedido. Esta, que já conhecia a manha dos anões, ensinou-o:
- Se alguma vez o encontrares, diz-lhe que traga o tesouro imediatamente.
Passaram-se meses.
Até que um dia, ao voltar para casa, sentiu os olhos ofuscados com um brilho intenso. O anão estava sentado no mesmo pequeno banco de madeira, só que desta vez consertava um dos seus sapatos.
- Cuidado! Vem lá o gavião! - gritou o anão, fazendo uma cara de medo.
- Não me tentes enganar! - disse o João. - Traz já o pote de ouro!
- Traz já o pote de ouro ou eu nunca mais te solto.
- Está bem! - concordou o anão. - Desta vez ganhaste!
O pequeno homem fez um gesto com a mão e imediatamente um belíssimo arco-íris iluminou o céu, saindo do meio de duas montanhas e terminando bem aos pés do João.
As 7 cores eram tão intensas que até esconderam o pequeno pote de barro, cheio de ouro e pedras preciosas, que estava à sua frente.
O anão baixou-se, com o chapéu fez-lhe um aceno de despedida, e gritou, pouco antes de desaparecer para sempre:
- Adeus, João! És um menino esperto! Terás sorte e serás feliz para sempre!
E foi o que aconteceu. O pote de ouro nunca se esgotou e o João e a sua família tiveram uma vida de muita fartura e de muita alegria.


Teatro


"Vamos agarrar o arco-íris"



Narrador – Carolina era uma menina que vivia no campo e gostava tanto de correr e de saltar! Trepava as árvores era um gosto desde manhã ao sol-posto!


Mãe – Carolina! Ó Carolina! Sempre a correr! Que andas tu Lá fora a fazer?


Narrador – Mas ela já nem ouvia. Corria, corria:


Carolina – Ó Afonso! Francisco! (Gritava, chamando os amigos) – Manuel! Venham muito depressa! Está quase a chover; mas venham todos ver! Está acolá um arco-íris tão lindo!


Narrador – Num instante, estavam todos a olhar para o céu, a ver o arco-íris.


Todos – Ai! Que bonito! É mesmo muito bonito! E tem tantas cores! – disseram em coro.


José – Vamos agarrá-lo? Eu quero a cor vermelha!


Carolina – E eu quero aquela que é igual às violetas da avó!

Francisco – e eu a verde.


Manuel – Para mim é a amarela!


Afonso – A minha – já todos sabem – é a azul.



José – Vamos, vamos lá agarrar as nossas cores.



Narrador – E o Afonso, todo despachado:


Afonso – Eu acho que não é nada longe! Se correrem todos atrás de mim, vamos lá chegar num instante.


Francisco – Cuidado com o Manelito – que ainda é pequenito! Mas não faz mal; eu ajudo. Dá cá a tua mão, sim?



Narrador – E o Afonso:


Afonso – Pois é! Isto é tudo muito perigoso para o Manel.

Narrador – E corriam... corriam...

Carolina – Mas... mmmm... mmmm...



Carolina – O arco-íris está a fugir-nos! Se calhar pôs-se a jogar às escondidas connosco! Assim nunca mais o apanhamos!



Francisco – Pois é... Também já não estou a ficar contente, porque o arco-íris vai fugindo, fugindo, e fica cada vez mais longe de nós!



Narrador - Carolina – E a Carolina:



Carolina – Sentem-se todos aqui a descansar, que eu vou chorar... Só um bocadinho!


Narrador – E então, todos ali sentados, estavam à espera que ela chorasse aquele bocadinho. Mas... foi então que chegou o João, que por ser mais velhinho sabia muitas coisas a respeito do arco-íris que no céu se pode ver, quando está para chover.

João – Agarrar o arco-íris?! Mas isso não pode ser! E explicou: O arco-íris é a luz branca do sol, que se “desmancha” toda quando passa pelas gotinhas da chuva e apresenta aquelas sete cores que estamos todos a ver, das quais já não posso escolher muito, porque só me deixaram duas! Bom, escolho o laranja. O índigo não fica escolhido. É muito bonito, o arco-íris, pois é! Mas é só para ver, não se pode prender! Portanto, meus amigos, vamos mas é lanchar que a fome já está a apertar...


Narrador – Lá voltaram todos para casa da Carolina. Esperava-os uma mesa cheiinha de coisas boas: pipocas, pão fresco, queijo, compota, leite, sumo e também chocolates. E ficaram todos tão ocupados e entusiasmados, que nem perceberam que, lá fora, também já a terra ia bebendo as grossas gotas da água da chuva que ia caindo do céu.

Para pintar o arco-íris...



Vídeo para ajudar a conhecer as cores do arco-íris.




João e o Pé de Feijão




Uma pobre viúva tinha um único filho, que era muito rebelde e gastava todo o seu dinheiro. Não tendo mais recursos para nada, João convenceu a mãe de vender a única vaca que ainda tinham. Após muito resistir, ela aceitou. No caminho para vender o animal, encontrou um homem que lhe propôs trocá-lo por alguns grãos de feijão mágicos. João aceitou a oferta e voltou para casa feliz. Quando sua mãe soube da troca ficou enfurecida, jogou os grãos pela janela e chorou muito. Como não tinham nada para comer, foram dormir com fome. No dia seguinte, João encontrou um pé de feijão com hastes grossas e entrelaçadas, tão altas que alcançavam a nuvens. Então, o menino resolveu subir pela árvore que crescera. Levou algumas horas subindo, até que chegou a um lugar estranho, onde encontrou uma fada que contou ao menino que por causa de um amigo falso que seu pai tivera no passado, a família de João perdera todo o dinheiro que tinham. A fada contou, ainda, que não podia ajudar antes porque havia perdido seus poderes temporariamente, mas agora os recuperara e fez com que João trocasse a vaca pelos grãos para ajudá-lo, pois o homem que roubara seu pai era um gigante que vivia naquele lugar. A fada orientou João a seguir pela estrada que dava no castelo do gigante, afirmando que tudo o que João encontrasse por lá seria, por direito, seu e de sua mãe. Ao chegar à casa do gigante, foi atendido pela sua mulher, a quem pediu alimento e pousada. Ela o levou para um quarto, servindo-lhe comida e bebida. De repente, ouviram a voz do gigante, que fez a casa estremecer, pedindo a sua comida. João sugeriu a mulher que o escondesse no forno e ela assim o fez. João, espiando por uma fresta do forno, ficou horrorizado com a quantidade de comida consumida pelo gigante. Após comer, ele pediu à mulher que trouxesse a galinha e João a viu botar um ovo de ouro. Após se divertir com a galinha, o gigante pegou no sono e o menino aproveitou para fugir com a ave, descendo de volta pelo pé de feijão. Chegando em casa, ele mostrou a galinha à mãe e lhe contou a história, deixando a mulher muito feliz. Porém, depois de um tempo João resolveu voltar à casa do monstro, a fim de trazer mais riquezas. Disfarçou-se pintando o rosto e foi. Lá chegando, pediu ajuda da mulher novamente. Outra vez João pode observar o gigante por uma fresta e viu quando ele começou a contar suas sacas de moedas de ouro. Quando o gigante adormeceu, João fugiu com as moedas de ouro. Chegando a casa, o menino entregou o dinheiro à mãe e, durante três anos João viveu feliz com ela. Até que, disfarçando-se novamente, o menino partiu para novo encontro com o gigante que roubara seu pai. Chegando ao lar do gigante, João teve de insistir muito para que a mulher o ajudasse, mas, finalmente, conseguiu que ela o escondesse em um caldeirão. Então, espiando pela tampa, o menino viu a harpa mais incrível que se possa imaginar, pois a uma ordem do gigante ela começava tocar, sozinha, lindamente. Quando monstro pegou no sono, João apoderou-se da harpa e correu. Porém, a harpa era encantada e, assim que o menino a pegou ela começou a gritar, acordando o seu amo. O gigante acordou, levantou-se e viu João correndo. Correu atrás do garoto, mas havia comido muito e não conseguiu alcançá-lo. Quando João chegou ao chão, cortou a haste do feijão com um machado, bem na raiz. O gigante caiu de cabeça no jardim e morreu imediatamente. Nesse momento, apareceu a fada que explicou tudo à mãe de João e eles puderam assim continuar a cuidar da vida e da fazenda, nunca mais faltando dinheiro para comer.























Dramática - Improvisar textos/histórias


Improvisar textos/histórias a partir de imagens...


individualmente ou colectivamente...


História - A raposa e o mocho



História - Capuchinho Vermelho


Histórias para produção textual...











Expressão Dramática - "Dia do pai"

Expressão Dramática
Teatro – Dia do Pai

O porquê do Dia do Pai?
O Dia do Pai celebra-se a 19 de Março. Por que é que calha nesta data? É porque este é o dia de S. José, o pai de Jesus. Assim faz-se uma homenagem especial a todos os pais do mundo.

(Coloca-se uma trilha sonora (veja dica) e, ao centro do palco, um homem caminha vestido com várias peças de roupa como: terno e camiseta por baixo, ténis num pé e noutro sandália, bermudas..., seu rosto, porém, deve estar coberto por tiras de pano para dar a impressão de que ele não tem face. Nesta apresentação vamos explorar bem a dicção e expressão).

PAI: (imponente): Até há pouco tempo meu papel na família era fácil e simples. Pão na mesa e pronto! Mas hoje? Tudo mudou! Os filhos não querem mais nem saber de um pai como foi meu pai. (reflexivo) Mas então: Como é que deve ser um Pai?

(Ele fica congelado no centro do palco. Começam a surgir os personagens. Eles andam freneticamente pelo palco declamando seus textos. Muda-se a trilha sonora. Depois de um tempo, um a um vão à frente do pai e declamam suas frases para a plateia. Enquanto o personagem recita, os outros congelam e, após a fala, voltam a andar no mesmo ritmo e continuando o falatório).

FILHO 1: (indignado): Meu pai têm muitos amigos e vive mais com eles do que comigo!

FILHO 2: (triste): Como gostaria de ter um pai. Infelizmente ele morreu antes de eu nascer!

FILHO 3: (eufórico): Hoje vai ser um dia bom: eu e meu pai vamos pescar.
Ele é um pescador de sorte!

FILHA 4: (desabafo): Como gostaria de ouvir de meu pai, pelo menos uma vez: Filha, eu amo-te!

FILHO 5: (alegre): Hoje eu e ele fizemos tantas brincadeiras juntos. Foi muito bom! Meu pai é o melhor!

FILHA 6: (apaixonada): Olhem só como é bonito este colar de palha que ganhei. E não pensem que o ganhei do meu namorado. Foi o meu pai! Gosto muito do meu Pai!

FILHO 7: (descrente): Gostaria muito de dizer-lhe o quanto ele é importante para mim, mas, infelizmente, nunca tivemos intimidade para isso!

FILHA 8: (esperançosa): Acho que um dia ele voltará! Meu coração sente isso! Volta pai, você faz-me muita falta!

(A este ponto, todos diminuem os passos e ficam em silêncio. Aos poucos, e de cabeça baixa, saem de cena. Volta-se a trilha anterior. O pai que estava congelado no centro do palco fala).

PAI: Estou muito preocupado. Será que eu, pai, sou ainda tão importante como fui até agora? Sinceramente, não tenho mais certeza sobre qual seja realmente o meu papel de pai! É isso mesmo: Algumas mulheres chegam a afirmar que já não somos mais necessários. Que elas podem muito bem criar os filhos sozinhas. Não sei de que tipo de pais estavam a falar, mas era mesmo de pai. (reflexivo) Como deve ser então um pai?
(Neste momento congela-se novamente. Entra um personagem "velhinho".
Falando com a plateia ele, oportunamente, abraça o pai num gesto de companheirismo).

VELHINHO: (sereno e sorridente) É, completaram-se 42 anos de exercício neste mandato (sorrisos). Naquele tempo era mais fácil ser pai. Era só fazer cara de bravo e dizer não! Mas, não pensem que ser pai, naquele tempo era só isso, não. Embora houvesse muito respeito e silêncio quando eu tossia propositadamente, o medo logo desaparecia quando, aos pés da cama, contava histórias de minha infância até que eles dormissem. Fui pai e continuarei sendo, naturalmente, com uns retoques! Ser pai é um presente de Deus que continua até a morte. É muito bonito ser pai!

(O velhinho se afasta e continua a olhar o pai que está congelado. Nisso entram, um a um, os filhos. Cada um, por vez, desamarra uma fita do rosto do pai e declama o seu texto). (valorizem a expressão corporal)

FILHA 4: Ser pai é... Não ter um único dia sem ter ficado nervoso, com medo de algum imprevisto, mas ter se sentido orgulhoso e cheio de felicidade ao tomar nos braços o filho recém-nascido.

FILHO 5: Ser pai é... Ter olhado com indignação para a criança de rua que incomodava seu descanso, mas ter sido vencido pelo amor e ter adoptado e educado com carinho.

FILHO 2: Ser pai é... Ter perdido o emprego por ter chegado tarde, pois era mais importante a vida do filho. Sim, por ele passou inúmeras noites em claro junto com sua amada esposa e companheira.

FILHO 1: Ser pai é... Ter visto o rosto do filho molhado de lágrimas ao repreendê-lo em alguma traquinice, mas, momentos depois, estava já a brincar com ele, como amigos, como se nada tivesse acontecido.

FILHA 6: Ser pai é... Entristecer-se ao ver o filho adolescente cansado da vida, sentindo-se fracassado..., e, logo, ter procurado compreendê-lo, dando-lhe ânimo e coragem que só um pai consegue fazer.

FILHO 3: Ser pai é... Ter perdido o filho para o mundo dos vícios, do roubo, da violência..., mas ter reservado sempre em seu coração um lugar exclusivo para o seu retorno.

FILHO 6: Ser pai é...Ter sacrificado a vida toda trabalhando para deixar alguma herança para os filhos e, embora esquecido num asilo, não esquece dos filhos, alegrando-se por saber que estão bem. (vai na direcção do velhinho e o abraça)

FILHA 4: Ser pai é... Brincar feliz, feito criança, com seus netos.

FILHO 1: Ser pai é... Ser amigo!

(O pai deve estar com o rosto todo descoberto. Abraça e beija um a um os personagens).

PAI: Minhas filhas e meus filhos queridos. Confesso que nem sempre fui um pai como vocês esperavam e mereciam. Me desculpem! Mas, podem acreditar, que sempre vos amei com ternura. Vou esforçar-me para vos compreender. Se não conseguir, compreendam-me, pois se o meu jeito de ser é estranho para vocês, imaginem eu conviver com a realidade dos piercings, gírias, gestos, tatuagens que vocês adoram. Uma coisa eu garanto, tudo farei para ser o pai que vocês gostam.

VELHINHO: (aproxima-se do pai batendo palmas e diz) Gostei e estou plenamente de acordo com o vosso pai. Digo mais: embora saiba que ser pai, nos dias de hoje, é uma tarefa difícil para qualquer um, ele respondeu muito bem à pergunta que o torturava: o que é ser pai. Ele mesmo deu a resposta certa: Ser pai é ser um amigo!


Diploma: Dia do Pai




Desenho colorir

Para uma carta...




Para um cartão...

para oferecer...


Coração menina...

Para escrever um poema ou mensagem...


Coração menino...

Para escrever um poema ou uma mensagem...

Expressão Dramática - "Dia da Mãe"

Expressão Dramática

Teatro - Dia da Mãe


Tipo: leitura e mímica.
Personagens: Menino, Mãe, Narrador.
Cenário: 1 mesa com 2 cadeiras; bloco de papel e caneta.

(O narrador lê pausadamente o texto enquanto os personagens fazem mímicas ou agem de acordo com o texto).


Narrador - Paulinho era uma criança muito obediente. Ajudava sempre a mãe nas tarefas da casa. Certo dia, Paulinho queria comprar uma bola. Escreveu um bilhete e colocou ao lado do prato da mãe à hora do almoço. Dizia assim:


Menino - Mãe deve a Paulinho:
Por guardar a roupa...4,00€
Por arrumar a cama...3,00€
Por anotar recados...4,00€
Por lavar a louça …5,00€
Por fazer as lições …4,00€
Total: 20,00


Narrador - À mesa do jantar, Paulinho achou os vinte euros e também havia uma notinha que dizia:


Mãe - Paulinho deve à Mãe:
Por 3 boas refeições ao dia: NADA
Por lavar e passar sua roupa: NADA
Por cuidar quando está doente: NADA
Por um bom lar e muito amor: NADA
Por ensinar e educar: NADA
Total: NADA


Narrador - O menino abraça a mãe e fala:



Menino - Querida Mãe,
Obrigado por teu carinho, teus sacrifícios e teu amor sem fim. Amo-te!


Narrador - Todas as crianças dizem:


Todas as crianças - Querido Deus,
Obrigado pela mãe que Tu me destes. E que me ensinou o que é o amor.





Teatro - "Dia da Mãe"

Um lugar especial no coração da mãe



Júnior - (Fica sentado no palco com uma almofada de coração e com roupa bem infantil...). E Sempre antes de entrar as crianças, repetirá a fala:
– Eu sei que tenho um lugar especial no coração da mãe...
(Repetirá nove vezes, por isso é preciso dar uma expressão diferente: alívio, alegria, orgulho, consciência, meiguice...).


Crianças 1 - (Entram com frutas, saquinhos de supermercado, avental, panela. e todas falam juntas). –...porque ela se preocupa com a minha alimentação!


Júnior – Eu sei que tenho um lugar especial no coração da mãe...


Crianças 2 - (Entram com roupas de dormir, caixa de remédios e primeiros socorros, termómetro, colher, travesseiro, bolsa de água quente... e todas falam juntas.) –... porque ela fica muito preocupada e acordada a noite toda quando eu fico doente!


Júnior – Eu sei que tenho um lugar especial no coração da mãe...


Crianças 3 - (Crianças entram com marcas de beijos no rosto, roupa amassada… e todas falam juntas.) – ...porque muitas vezes ela mostra o seu carinho ao me abraçar e me beijar!


Júnior – Eu sei que tenho um lugar especial no coração da mãe...


Crianças 4 - (Entram vestidas de uniforme escolar e com cadernos, mochila, lancheira... e todas falam juntas). –... porque ela está sempre acompanhando minhas actividades na escola!
Júnior – Eu sei que tenho um lugar especial no coração da mãe...


Crianças 5 - (Entram com a mão no “bumbum”, com cara de dor e sentam nas cadeiras... e todas falam juntas). –... porque sempre que faço alguma coisa errada ela corrige-me e, às vezes, fico até de castigo!

Júnior – Eu sei que tenho um lugar especial no coração da mãe...

Crianças 6 - (Entram com roupão, toalha, champô, sabonete, cotonete... e todas falam juntas). –... porque ela está sempre cuidando para que eu esteja sempre limpinho!


Júnior – Eu sei que tenho um lugar especial no coração da mãe...


Crianças 7- (Entram com boneca, bola, outros brinquedos... e todas falam juntas). –...porque ela sempre separa um tempo para brincarmos juntos!


Júnior – Eu sei que tenho um lugar especial no coração da mãe...


Crianças 8: (Entram com as mãos juntas, em sentido de oração... e todas falam juntas). –...porque ela nunca se esquece de mim em suas orações!


Júnior – Eu sei que tenho um lugar especial no coração da mãe...


Narrador -Todas as crianças repetem juntas e bem forte:


Todas as crianças – Eu sei que tenho um lugar especial no coração da minha mãe...


Diplomas para o "Dia da Mãe"







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Dia da Árvore - 21 de Março




Desenho alusivo ao "Dia da Árvore"


Para trabalhar o Dia da Árvore










Diz por tuas palavras, porque a árvore é importante para nós.

Tu achas certo o que esse lenhador está a querer fazer? Porquê?

Dia da Árvore - 21 deMarço
Dia Mundial da Floresta - 21 de Março

A comemoração oficial do Dia da Árvore teve lugar pela primeira vez no estado norte-americano do Nebraska, em 1872. John Stirling Morton conseguiu induzir toda a população a consagrar um dia no ano à plantação ordenada de diversas árvores para resolver o problema da escassez de material lenhoso.
A Festa da Árvore rapidamente se expandiu a quase todos os países do mundo, e em Portugal comemorou-se pala primeira vez a 9 de Março de 1913.
Em 1971 e na sequência de uma proposta da Confederação Europeia de Agricultores, que mereceu o melhor acolhimento da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), foi estabelecido o Dia Florestal Mundial com o objectivo de sensibilizar as populações para a importância da floresta na manutenção da vida na Terra.
Em 21 de Março de 1972 - início da Primavera no Hemisfério Norte - foi comemorado o primeiro DIA MUNDIAL DA FLORESTA em vários países, entre os quais Portugal.
Teatro - Expressão Dramática

AS PARTES DA ÁRVORE

MENINO AS PARTES DA ÁRVORE
PERSONAGENS:
(Narradora: Menino , Árvore , Raiz , Caule , Folha , Flores e Frutos).
NARRADORA - (de um canto do palco, fala à plateia, enquanto entra a ÁRVORE e se coloca no centro do palco): Ricardo, preocupado com as lições que aprendeu na escola, deitou-se à sombra de um castanheiro e adormeceu. No seu sonho aconteceram coisas interessantes. Havia até uma árvore que falava. Vamos conhecer o sonho do Ricardo? Então, vamos ficar quietinhos para não o acordar.
O MENINO - encosta-se à árvore e, em posição relaxada, adormece.
ÁRVORE - (para o MENINO): Por que é que estás tão pensativo?
MENINO - (leva um susto): Quem está aí? (levanta-se)
ÁRVORE – Sou eu.
MENINO - (olhando para todos os lados, assustado): Eu, quem?
ÁRVORE – Sou eu, o castanheiro. Estou a fazer sombra para que tu penses melhor sobre as lições de casa.
MENINO – Como é que tu sabes que eu trouxe trabalho da escola?
ÁRVORE – Ora, todos os meninos que estudam trazem deveres para casa...
MENINO - (pensativo): É... Eu estou muito preocupado...
ÁRVORE – Preocupado? Com quê?
MENINO – Com o assunto que a professora explicou hoje na escola.
ÁRVORE – Sobre o quê? Talvez eu possa ajudar...
MENINO – Tu?! (pára e pensa): Pensando bem, até és a mais indicada para isso.
ÁRVORE – Eu? Porquê?
MENINO – Porque é exactamente sobre a árvore.
ÁRVORE – Ah, sim... então tens razão. O que queres saber sobre a árvore?
MENINO – Tudo! (baixa-se e, enquanto fala, ergue-se aos poucos – mímica do nascimento da árvore) - Como nasce... Como cresce... E como fica bonita, assim como tu.
ÁRVORE – Está bem. Vou-te contar a minha história. Certo dia, o teu pai cavou a terra e colocou lá uma sementinha de castanheiro...
MENINO – E deixou-a assim?
ÁRVORE – Não! Deixa, que eu explico; assim tu poderás plantar uma árvore, também. O teu pai cobriu a sementinha com terra, para me proteger. Aí, eu comecei a germinar... uns dias depois.
MENINO – Mas ninguém cuidou de ti?
ÁRVORE – Sim. Todos os dias o teu pai vinha regar-me e observar o meu desenvolvimento.
MENINO – Mas para que é que tu precisas de água?
ÁRVORE – Como tu precisas de água para beber e de te alimentares, eu também preciso.
MENINO – O que é que tu comes?
ÁRVORE – A minha comida é bastante diferente da tua... Alimento-me de água e sais minerais. Bem, vou apresentar-te as partes que compõem o meu corpo. Assim poderás entender melhor.
A ÁRVORE - sai e entram as partes dela, que se colocam nas seguintes posições
(em fila, uma trás das outras):

RAIZ – de cócoras, braços relaxados e cabeça baixa;
CAULE – de joelhos, cabeça baixa, em posição erecta;
FOLHA – de pé, com os braços abertos lateralmente e com as mãos caídas;
FLORES – de pé, braços abertos em “V”, mãos caídas;
FRUTOS – de pé, braços para cima.

MENINO – Quem vem primeiro?
RAIZ – Sou eu, a raiz.
MENINO – O que tu fazes?
RAIZ - (levanta a cabeça): Eu retiro da terra certos alimentos que dão força à árvore e a fazem crescer. Água e sais minerais! (baixa a cabeça).
MENINO – E tu? O que fazes?
CAULE - (levanta a cabeça): Eu sou o caule. Eu levo o alimento para as outras partes da planta. Também seguro os ramos com as suas folhas, flores e frutos. (baixa a cabeça)
MENINO - (apontando): E tu ?
FOLHA – Eu sou a folha. É por mim que a planta respira.
MENINO - (sorrindo): Então, tu és o nariz da árvore?
FOLHA – Mais ou menos isso.
FLOR – E eu sou a flor.
MENINO – Ah, já sei! Tu enfeitas o vaso da minha casa...
FLOR – Sim, eu enfeito o vaso da tua casa. Mas a minha maior função é a de criar frutinhos que tu vais saborear e que darão novas árvores.
FRUTO – Eu sou o fruto e muito gostoso. É de mim que o teu pai fará nascer outro castanheiro. É a semente de que a árvore te contou.
RAIZ, CAULE, FOLHA, FLOR e FRUTO (em coro):
Agora que você já sabe
as cinco partes da planta,
poderás estudar a tua lição
sen nenhuma preocupação.

(Saem as partes da planta e retorna a ÁRVORE).

ÁRVORE – Como é, gostaste de me conhecer?
MENINO – Muito! Nunca pensei que tivesses isso tudo.
ÁRVORE – Como tu agora já aprendeste, deves contar aos teus amiguinhos que a árvore tem vida e que sentimos muito quando vocês nos maltratam, cortando os nossos frutos ainda verdes, arrancando nossas folhas inutilmente... ou partindo os nossos ramos por maldade.
(O MENINO encosta-se sob a ÁRVORE e volta a adormecer).
Depois de algum tempo, a ÁRVORE deixa cair uma folha sobre o MENINO
e este, assustado, desperta.
MENINO – Não, não fui eu quem te arrancou esta folhinha, dona Árvore! (Observa, algo surprendido...) :- Mas... por que será que a árvore não respondeu? (pensa): - Será que eu sonhei? Mas que sonho agradável! (vai saindo): Agora vou poder estudar melhor.
(Olha para a platéia): - Tchau! (e sai)
F I M

Nota: este texto pode ser apresentado em ambientes escolares, livremente, sem pagamentos de taxas a título de Direitos Autorais. Trata-se de texto didáctico.
A única exigência que se faz é que, ao ser apresentado, seja divulgada à platéia a importância do Teatro Educativo na formação integral da criança.
Adaptação de Vaz Nunes - 2003
História - A Árvore generosa


Era uma vez uma Árvore que amava um Menino. E todos os dias, o Menino vinha e juntava suas folhas. E com elas fazia coroas de rei. E com a Árvore, brincava de rei da floresta. Subia em seu grosso tronco, balançava-se em seus galhos! Comia seus frutos. E quando ficava cansado, o Menino repousava à sua sombra fresquinha. O Menino amava a Árvore profundamente. E a Árvore era feliz!Mas o tempo passou e o Menino cresceu! Um dia, o Menino veio e a Árvore disse:
- Menino, venha subir no meu tronco, balançar-se nos meus galhos, repousar à minha sombra e ser feliz!
- Estou grande demais para brincar, o Menino respondeu. Quero comprar muitas coisas. Você tem algum dinheiro que possa me oferecer?
- Sinto muito, disse a Árvore, eu não tenho dinheiro. Mas leve os frutos, Menino. Vá vendê-los na cidade, então terá o dinheiro e você será feliz!E assim o Menino subiu pelo tronco, colheu os frutos e levou-os embora. E a Árvore ficou feliz!Mas o Menino sumiu por muito tempo… E a Árvore ficou tristonha outra vez. Um dia, o Menino veio e a Árvore estremeceu tamanha a sua alegria, e disse:
- Venha, Menino, venha subir no meu tronco, balançar-se nos meus galhos e ser feliz. Estou muito ocupado para subir em Árvores”, disse o menino. Eu quero uma esposa, eu quero ter filhos, para isso é preciso que eu tenha uma casa. Você tem uma casa para me oferecer?
- Eu não tenho casa, a Árvore disse. Mas corte meus galhos, faça a sua casa e seja feliz. O Menino depressa cortou os galhos da Árvore e levou-os embora para fazer uma casa. E a Árvore ficou feliz! O Menino ficou longe por um longo, longo tempo, e no dia que voltou, a Árvore ficou alegre, de uma alegria tamanha que mal podia falar.
- Venha, venha, meu Menino, sussurrou, Venha brincar!
- Estou velho para brincar, disse o Menino, e estou também muito triste.
- Eu quero um barco ligeiro que me leve para bem longe. Você tem algum barquinho que possa me oferecer?
- Corte meu tronco e faça seu barco, a Árvore disse. Viaje para longe e seja feliz!O Menino cortou o tronco, fez um barco e viajou.E a Árvore ficou feliz, mas não muito! Muito tempo depois, o Menino voltou.
- Desculpe, Menino, a Árvore disse, não tenho mais nada para te oferecer. Os frutos já se foram.- Meus dentes são fracos demais para frutos, falou o Menino.
- Já se foram os galhos para você balançar, a Árvore disse.
- Já não tenho idade para me balançar, falou o menino.
- Não tenho mais tronco para você subir, a Árvore disse.
- Estou muito cansado e já não sei subir, falou o Menino.
- Eu bem que gostaria de ter qualquer coisa para lhe oferecer, suspirou a Árvore.
- Mas nada me resta e eu sou apenas um toco sem graça. Desculpe…
- Já não quero muita coisa”, disse o Menino, só um lugar sossegado onde possa me sentar, pois estou muito cansado.
- Pois bem, respondeu a Árvore, enchendo-se de alegria. Eu sou apenas um toco, mas um toco é muito útil para sentar e descansar. Venha, Menino, depressa, sente-se em mim e descanse.Foi o que o Menino fez. E a Árvore ficou feliz!

Teatro - A Árvore Generosa

Dramatizar - Expressão Dramática


Narrador – Era uma vez uma Árvore que amava um Menino. E todos os dias, o Menino vinha e juntava suas folhas. E com elas fazia coroas de rei. E com a Árvore, brincava de rei da floresta. Subia em seu grosso tronco, balançava-se em seus galhos! Comia seus frutos. E quando ficava cansado, o Menino repousava à sua sombra fresquinha. O Menino amava a Árvore profundamente. E a Árvore era feliz! Mas o tempo passou e o Menino cresceu! Um dia, o Menino veio e a Árvore disse:

Árvore – Menino, venha subir no meu tronco, balançar-se nos meus galhos, repousar à minha sombra e ser feliz!

Menino – Estou grande demais para brincar, o Menino respondeu. Quero comprar muitas coisas. Você tem algum dinheiro que possa me oferecer?Árvore – Sinto muito, disse a Árvore, eu não tenho dinheiro. Mas leve os frutos, Menino. Vá vendê-los na cidade, então terá o dinheiro e você será feliz!Narrador – E assim o Menino subiu pelo tronco, colheu os frutos e levou-os embora. E a Árvore ficou feliz! Mas o Menino sumiu por muito tempo… E a Árvore ficou tristonha outra vez. Um dia, o Menino veio e a Árvore estremeceu de tamanha a sua alegria, e disse:

Árvore – Venha, Menino, venha subir no meu tronco, balançar-se nos meus galhos e ser feliz.

Menino – Estou muito ocupado para subir em Árvores”, disse o menino. Eu quero uma esposa, eu quero ter filhos, para isso é preciso que eu tenha uma casa. Você tem uma casa para me oferecer?

Árvore – Eu não tenho casa, a Árvore disse. Mas corte meus galhos, faça a sua casa e seja feliz.

Narrador – O Menino depressa cortou os galhos da Árvore e levou-os embora para fazer uma casa. E a Árvore ficou feliz! O Menino ficou longe por um longo, longo tempo, e no dia que voltou, a Árvore ficou alegre, de uma alegria tamanha que mal podia falar.

Árvore – Venha, venha, meu Menino, sussurrou, Venha brincar!

Menino – Estou velho para brincar, disse o Menino, e estou também muito triste. Eu quero um barco ligeiro que me leve para bem longe. Você tem algum barquinho que possa me oferecer?

Árvore – Corte meu tronco e faça seu barco, a Árvore disse. Viaje para longe e seja feliz!

Narrador – O Menino cortou o tronco, fez um barco e viajou. E a Árvore ficou feliz, mas não muito! Muito tempo depois, o Menino voltou.

Árvore – Desculpe, Menino, não tenho mais nada para te oferecer. Os frutos já se foram.

Menino – Meus dentes são fracos demais para frutos, falou o Menino.

Árvore – Já se foram os galhos para você balançar.

Menino – Já não tenho idade para me balançar, falou o menino.

Árvore – Não tenho mais tronco para você subir.

Menino – Estou muito cansado e já não sei subir.

Árvore – Eu bem que gostaria de ter qualquer coisa para lhe oferecer. Mas nada me resta e eu sou apenas um toco sem graça. Desculpe…

Árvore – Já não quero muita coisa, só um lugar sossegado onde me possa sentar, pois estou muito cansado.

Árvore – Pois bem, enchendo-se de alegria. Eu sou apenas um toco, mas um toco é muito útil para sentar e descansar. Venha, Menino, depressa, sente-se em mim e descanse.

Narrador – Foi o que o Menino fez. E a Árvore ficou feliz!