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Teatro - Valentim Apaixonado

Teatro

Valentim Apaixonado


Personagens (9): Narrador, Bruxo, Celestina, Valentim, Coelho, Papagaio, Pássaro Azul, Gato Farrusca e a Gata.

Narrador: Escutem só a história maravilhosa de um duende chamado Valentim. Valentim só tinha olhos para a bonita Celestina. (aparece a Celestina e o Valentim) Mas, era demasiado tímido para dizer que a amava… havia também o bruxo…

Bruxo: Vou conquistar o coração da Celestina… mas, para isso, vou enfeitiçá-la… vou pegar neste ovo e vou usar os meus pós mágicos… zum, catrapum… e já está! Bela Celestina… Bela Celestina! Olha o que eu trouxe hoje para ti?

Celestina: Um ovo? Mas que bonito e cheira tão bem… estou a ficar tonta… acho que estou apaixonada por ti bruxo!

Bruxo: Oh claro, claro Celestina… apaixonada, hihihi…vamos passear…

Narrador: Valentim viu tudo. Levava três ovos na mão para oferecer à sua amada e ao ver a sua amada com o Bruxo, ficou de coração partido… e decidiu ir ter com o Coelho.

Valentim: Senhor Coelho, Senhor Coelho tem que me ajudar… o bruxo enfeitiçou a minha amada… e agora o que faço?

Coelho: Calma… tudo se resolve!

Valentim: Mas, como?

Coelho: Precisas de encontrar o ovo mágico e quem o tem é o Pássaro Azul…

Valentim: Mas onde o encontro?

Coelho: Vai ao país encantado, mas tem cuidado com o papagaio do bruxo! Boa Viagem amigo.

Narrador: O Valentim correu, correu com todas as suas forças até ao país encantado e encontrou o pássaro azul, mas por perto estava também o papagaio do bruxo…

Papagaio: Olha, olha… quem é ele… com que então estás apaixonado… hehehe, apaixonado.

Valentim: Não quero conversa contigo, vai-te embora! Vai ver se está a chover…

Papagaio: A chover, a chover, onde, onde…vou aproveitar para tomar um banho estou mesmo a precisar…

Valentim: Oh, mas não é que resultou! Foi mais fácil do que eu pensava. Vou aproveitar e apanhar o ovo.

Valentim: Olá Senhor, Doutor, Excelentíssimo Pássaro azul…

Pássaro azul: O que te traz por cá rapaz? Tens algum problema.

Valentim: Preciso do ovo mágico, e ouvi dizer que o senhor é que o tem…

Pássaro azul: Sim, sim eu tenho ovos mágicos estão debaixo das minhas penas… podes levar um mas com cuidado…

Narrador: Valentim pegou no ovo e correu para a sua amada mas pelo caminho… apareceu o ajudante do bruxo, o gato farrusca!

Gato Farrusca: Miauuuuuuu, onde vais com esse ovo?

Valentim: Mas que ovo eu não tenho nenhum ovo…olha, olha quem, quem ali vem! A senhora gata.

Gato Farrusca: Miauuuuuu, olá fofa, estás mesmo bonita, queres vir dar uma volta com este bonitão?

Gata: Miauuu, sim, sim vamos lá.

Narrador: Mais uma vez, o Valentim conseguiu escapar e seguiu a sua viagem…

Valentim: Celestina, olha o que trouxe para ti?

Celestina: Um ovo mágico? É tão brilhante…estou outra vez tonta…Bruxo tu enganaste-me com o outro ovo!

Bruxo: quem eu?

Celestina: Sim Tu! Este é o verdadeiro ovo mágico. Vamos, Valentim viver felizes para sempre.

Valentim: Queres casar comigo?

Celestina: Claro que sim… todo o meu amor é para ti!


Teatro: O Palhaço Jasmim

Teatro
“O Palhaço Jasmim”

Personagens (2): Jasmim e meninos.

(Um palhaço entra em cena, no circo. Traz uma camisa aos quadrados, umas calças muito largas, uns sapatos enormes e um chapéu muito pequenino. Ri às gargalhadas).

Jasmim – Os meninos sabem o que eu gosto mais de fazer no Carnaval?
Meninos – De comer bolos? De atiras serpentinas?
Jasmim – Não é.
Meninos – De contar histórias?
Jasmim – Também não é.
Meninos – De ver televisão?
Jasmim – Ainda não é.
Meninos – Então de que é?
Jasmim – É de rir, rir, rir muito, rir até desentupir. Até ser como uma garrafa cheia que de repente ficou sem rolha.
Meninos – Então ri…
Jasmim – Rio de quê?
Meninos – De nada. Ri…
Jasmim – Quem ri sem ter de quê é parvo…
Meninos – Então ri de alguma coisa.
Jasmim – Que coisa?
Meninos – Pode ser de uma anedota. Ri de uma anedota…
Jasmim – Está bem. Vou rir de uma anedota… Ah! Ah! Ah!
Meninos – De que te ris?
Jasmim – Da anedota.
Meninos – Qual anedota?
Jasmim – Da anedota que eu sei e ainda não contei.
Meninos – Então conta lá…
Jasmim – Era… Era…Ah! Ah! Ah!
Meninos – Então e nós? Ficamos sem saber?
Jasmim – Não. Eu conto. Eu conto.
Era… Era uma vez… Ah! Ah! Ah!
Eu quero contar, mas não posso. Ah! Ah! Ah!
Que vontade tão grande de rir. Até me dói a barriga… Ah! Ah! Ah!
Meninos – Ah! Ah! Ah! (vendo a figura do palhaço a estoirar de riso).
Jasmim – Era… Era uma vez… Ah! Ah! Ah!
Era uma vez uma data de meninos de bocas abertas a rir com prazer de uma anedota que nem sequer… nem sequer… chegou a nascer…
Todos – Ah! Ah! Ah!

Teatro_Ciclo da Água


PERSONAGENS: A água, o ecologista, o Sol e várias crianças


1ª Personagem — Uma menina representando a Água
— Ah, como é triste ser Água...!
— Fui feita para matar a sede, limpar, lavar, repor energia, dar vida!
— Vejam como estou agora, fraca, cada vez mais poluída, indefesa.
— Não sei o que fazer!

2 ª Personagem – Um menino, representando um Ecologista
— É amiga Água, tenho brigado muito para te defender, mas são poucos os que me escutam. Alguns homens se reúnem, discutem, falam em te proteger, que estão preocupados em evitar que te maltratem tanto, que acabes sumindo da terra, mas são muitos, os que não estão, nem ai para você.
— Não fique triste, minha amiga, eu vou continuar a lutar para despertar nos homens, a consciência pela tua importância. Mostrar-lhes que sem você é impossível a vida na terra, para qualquer ser vivo.

3ª Personagem – (Menino ou menina) O Sol
— É, eu estou decepcionado com a humanidade
— Agora, com a escassez de água, tenho que aumentar o meu calor.
— Não consigo me controlar.
— Estou fazendo mal a terra, sem querer.

2ª Fala da Água
— Vejam meus amigos, já não consigo nem sequer seguir meu ciclo normalmente, pois falto EU, a água, muitas vezes...
— Eu tenho que estar nos corpos para sair no suor.
— Eu tenho que estar nas plantas e nos animais, para sair em vapor
— Tenho que subir para a atmosfera, ser aquecida pelo meu amigo Sol, virar nuvens fofinhas.
— Tenho que ficar geladinha, pesada, tão pesada que desça de lá como chuva. Ah, como é gostosa essa brincadeira, traz vida e felicidade aos seres vivos.
— Por favor! Cuidem de mim, eu não quero acabar, e chora.
(Retornam ao palco. O Sol, o ecologista…)

Ao redor da água, começam a cantar:

A Água é minha amiga
Com ela posso contar
Para lavar e tomar banho
E minha sede matar
Vamos todos protegê-la
E a natureza preservar
Resgatar suas nascentes
Para ela não faltar
Não fique triste amiga Água
De você vamos cuidar
Conscientizar a humanidade
Para a vida que nos dar.

Páscoa


Expressão Dramática

Teatros/Histórias - Páscoa
História
O coelhinho que não era de Páscoa


Vivinho era um coelhinho branco redondo e fofinho. Todos os dias ia à escola com os seus irmãos.
Vivinho aprendia a pular, a correr… aprendia qual seria a melhor couve para comer.
Os coelhinhos foram crescendo, até que chegou a hora de escolherem a sua profissão.
- Eu vou ser Coelho de Páscoa, como o meu Pai! - dizia um deles.
- Eu vou ser Coelho de Páscoa como o meu avô – dizia outro.
- Eu vou ser Coelho de Páscoa como o meu bisavô – dizia o terceiro.
Todos queriam ser coelhos de Páscoa como o trisavô, o tetravô, enfim como todos os avós.
Só o nosso coelhinho Vivinho é que não dizia nada. Os pais e os irmãos estavam já preocupados e perguntavam:
- E tu Vivinho, o que é que tu queres ser?
- Bom! Eu não sei o que quero ser. Mas sei o que não quero: Ser Coelho de Páscoa.
- Vivinho tinha muitos amigos: o beija-flor Florindo, a borboleta Julieta e a abelha Melinda.
Os irmãos diziam:
- Onde é que já se viu um coelho brincar com uma abelha?
E os pais já zangados também diziam:
- Um coelho tem que ter uma profissão. Já basta de brincadeira.
Não se preocupem! Eu estou a aprender uma óptima profissão - dizia o coelhinho Vivinho.
Só se estás a aprender a voar, ou a zumbir – diziam os irmãos.
Até que chegou a festa da Páscoa. O Pai e a Mãe Coelhos foram comprar ovos para distribuir. Mas as fábricas tinham muitas encomendas. Não tinham mais ovos para vender.
Em todos os lugares a resposta era sempre a mesma:
- Não temos mais ovos. Já vendemos tudo.
O casal Coelho foi a todas as fábricas existentes na floresta. Foram à fábrica dos senhores:
A resposta era sempre a mesma: - Já vendemos tudo.
E o casal Coelho voltava para casa muito desanimado:
-Ora esta! Isto nunca aconteceu! Dizia o Pai Coelho.
-Não podemos desiludir os nossos filhos – dizia a Mãe Coelha
-Mas já fomos a todas as fábricas. Não há solução – concluía o Pai Coelho.
Os irmãos do coelhinho estavam muito tristes e diziam:
- Esta era a primeira vez que íamos distribuir ovos aos meninos! Que tristeza no coração!
De repente Vivinho chegou com a amiga Melinda, a abelha.
- Porque não fazemos nós os ovos? - perguntou ele?
- Nós não sabemos. Os Coelhos só sabem distribuir os avos na Páscoa!
- Pois eu sei – disse o Vivinho.
- Será que ele sabe mesmo? – disse o pai
- Ele disse que sabe – disseram os irmãos.
- Ele sabe, ele sabe! – disse a mãe
- E com quem é que aprendeste? Perguntaram todos curiosos.
Com os meus amigos. Eu não disse que estava a aprender uma profissão?
Com o Florindo e com a Julieta aprendi a tirar o pólen das flores e com a Melinda aprendi a fazer os melhores doces do mundo com sabor a mel.
Então a casa da família Coelho virou uma Fábrica, onde todos ajudavam.
O beija-flor Florindo, a borboleta Julieta e Melinda a maior doceira do Mundo…e era o nosso Coelhinho Vivinho o Chefe da fábrica dos Ovos.
E quando a Páscoa chegou, já tudo estava preparado. As cestas dos Ovos estavam prontas.
Os irmãos do Vivinho podiam ir distribuir os Ovos a todos os meninos. Como estavam felizes!
Os pais do nosso coelhinho Vivinho estavam muito contentes. A Mãe coelha deu um grande abraço!
Toda a família estava feliz, pois agora não iriam faltar nunca os ovos, pois tinham um Pasteleiro, o Vivinho.
Vivinho saltava de contente.
A mãe coelha dizia:
- O nosso filho já tem uma profissão.
O pai coelho dizia:
- Cada um deve seguir a sua vocação, quer dizer trabalhar com gosto e dedicação.



Teatro
A Verdadeira Páscoa


APLICAÇÃO: Levar a criança a compreender o verdadeiro sentido da Páscoa.
TRILHA SONORA: Músicas cantadas pelo coral infantil durante a apresentação teatral.
PERSONAGENS: Liliano e Maria.

LILIANO – Oi Maria! Tudo Bem?

MARIA – Oi Liliano! Tudo bem!

LILIANO – A Páscoa está a chegar!

MARIA – É verdade!

LILIANO – Não vejo a hora! Eu quero ganhar do coelhinho da Páscoa, muitos, muuuuiiitos ovos!

MARIA – O que?

LILIANO – O coelhinho da Páscoa vai trazer para mim muitos ovos de chocolate!

MARIA – Quem foi que falou que o coelhinho vai dar alguma coisa para ti, Liliano?

LILIANO – Ora, todo mundo! Aparecem na televisão comerciais de deliciosos ovos, coelhinhos lindos... E na escola, eu fiz uma máscara de coelhinho, queres ver? (sai de cena)

MARIA – Hein? Volta aqui! Mas que coisa... Será que ele não conhece o verdadeiro sentido da Páscoa?

LILIANO – Olha Maria, não fiquei lindo de coelhinho? Eu até aprendi a cantar uma música, queres ouvir?

MARIA – Claro, porque não?!

LILIANO – “Coelhinho da Páscoa, que trazes pra mim?
Um ovo, dois ovos, três ovos assim.
Um ovo, dois ovos, três ovos assim!”

MARIA – Posso também cantar uma música para ti?

LILIANO – Podes sim, eu adoro músicas de páscoa!

MARIA – NÃO FOI O COELHINHO
Não foi o coelhinho que morreu na cruz. Quem foi crucificado foi o meu Jesus. Na sexta ele morreu, mas morto não ficou.
Domingo de manhã ele ressuscitou. A Páscoa comemora a ressurreição. Mas muita gente nem se lembra disso, não. Existe muita gente que não dá valor. Ao grande sacrifício do meu Salvador.

LILIANO – Então Páscoa não são chocolates, doces e coelhinhos?

MARIA – Não, Liliano. Muitas pessoas pelo mundo fora comemoram a Páscoa assim: repleta de alterações em relação ao sentido original. A verdadeira Páscoa comemora a ressurreição de Jesus Cristo!

LILIANO – Conta mais sobre Jesus!

MARIA – Jesus Cristo é o Filho de Deus. Ele nos ama muito e veio ao mundo para salvar todos nós da perdição, do pecado, da morte!

LILIANO – Foi…! Mas, como Ele nos salvou?

MARIA – Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo a Bíblia.

LILIANO – Morreu? Ah... Que pena... Alguém que me ama muito morreu e eu nem o conheci...

MARIA – Mas Cristo não está mais morto!

LILIANO - Não?

MARIA – CRISTO JÁ RESSUSCITOU.
Cristo já ressuscitou, aleluia. Sobre a morte triunfou, aleluia.
Tudo consumado está, aleluia.
Salvação de graça dá, aleluia.
Uma vez Jesus sofreu, aleluia

Uma vez por nós morreu, aleluia.
Mas agora vivo está, aleluia.
Para sempre reinará, aleluia.


LILIANO – Se Cristo voltou a viver, onde ele está?

MARIA – Jesus habita nos corações daqueles que o amam e o aceitam. Queres que Jesus habite em teu coração?

LILIANO – Sim, e quero aprender mais e mais sobre Jesus!

MARIA – Bom, já aprendeste que Jesus Cristo é a verdeira Páscoa!

LILIANO – Aprendi! JESUS CRISTO É A NOSSA PÁSCOA
Muitos dizem que a Páscoa é uma festa especial. Só porque tem chocolates, coelhinhos, coisa e tal. Outros dizem que na Páscoa a gente deve se abster de alegrias e de festas, coisas que nos dão prazer. Eu queria saber quem foi que complicou. O simples evangelho do nosso Salvador.
Nós estávamos perdidos como ovelhas sem pastor.
Mas Jesus lá na cruz nos resgatou.
Jesus Cristo é a nossa Páscoa, o seu nome louvai.
A passagem verdadeira, o caminho para o Pai.
Ele deu a sua vida e ressuscitou.
E agora somos para o seu louvor.

LILIANO – Estou muito feliz por conhecer a história de Jesus e quero a cada dia aprender mais e mais sobre ele. Conta para mim como tudo aconteceu na Páscoa, no tempo de Jesus.

MARIA - PÁSCOA PARA MIM.
A Páscoa para mim é festa e alegria.
É mais doce que o doce, quem diria.
Não acaba no final do dia.
É real, não é fantasia.
A Páscoa para mim é festa e alegria.
É mais doce que o doce, quem diria.
A Páscoa para mim é real, não é fantasia
Quando Jesus Cristo deu a sua vida lá na cruz.
O seu sangue inocente ele derramou. Mas na madrugada do terceiro dia
A morte foi vencida para a nossa alegria. Jesus Cristo Senhor ressuscitou. Cantarei, celebrarei minha passagem das trevas para luz. Cantarei, celebrarei, a verdadeira páscoa é Jesus.

LILIANO – Agora compreendo o verdadeiro sentido da Páscoa! Hei? Já estou imaginando uma música aqui na minha cabeça...

MARIA – Imaginando o quê?

LILIANO – Vamos cantar! Vamos cantar!
PÁSCOA
Páscoa! Páscoa! P-A-S-C-O-A
Páscoa! Páscoa! P-A-S-C-O-A
Páscoa! Páscoa! P-A-S-C-O-A
Páscoa! Páscoa! P-A-S-C-O-A

P de passagem
A de amo
S de Senhor e Salvador
C de Cristo, caminho para o céu
O de orientador
A de alegria, amizade e amor.
Quando Jesus Cristo a vida entregou. A minha Páscoa bem mais doce se tornou. Morreu na cruz, foi assim que me salvou. Mas no terceiro dia ressuscitou.


MARIA – Liliano, saiba que alegria, amor e vida eterna quem dá é só Jesus. As outras coisas são passageiras. Quando você ganha um ovo de chocolate, você fica feliz, não é?


LILIANO – É claro, eu adoro ovos de Pás... É, quero dizer, de chocolates!

MARIA – Sim, eu também gosto de comer chocolate, mas ele dura pra sempre?

LILIANO – Não, um dia ele acaba.

MARIA – Pois, é, o amor de Deus por nós é infinito, nunca acaba, ele nunca se esquece de nós!

LILIANO – Maria, eu nunca mais posso comer ovos de chocolate?

MARIA – Claro que pode comer Liliano! Tu só não podes te esquecer do verdadeiro sentido da Páscoa!
PÁSCOA
Porque somos crianças alguns pensam talvez
Que não entendemos de assuntos tão reais
Nós sabemos, porém Jesus que Jesus veio aqui
E por nós lá na cruz, triste morte sofreu
Páscoa! Páscoa! O que isso simboliza para ti?
Páscoa! Páscoa! O que isso simboliza para ti?
Não é somente coelhos e ovinhos de chocolate
Bom é lembrar que o bom Jesus
Deu a vida por amor
Nós sabemos que o mundo comemora a Páscoa
De maneira agradável para nós crianças
Mas existe algo mais, meu querido Jesus
Veio ao mundo e morreu triste morte na cruz
Páscoa! Páscoa! O que isso simboliza para ti?
Páscoa! Páscoa! O que isso simboliza para ti?
Não é somente coelhos e ovinhos de chocolate
Bom é lembrar que o bom Jesus
Deus a vida por amor
Mas numa linda manhã Cristo então ressurgiu
E para céu com o Pai foi pra sempre morar
Páscoa! Páscoa! O que isso simboliza para ti?
Páscoa! Páscoa! O que isso simboliza para ti?
Não é somente coelhos e ovinhos de chocolate!
Bom é lembrar que o bom Jesus
Deus a vida por amor por amor a ti, Páscoa! Ó Páscoa!
Simboliza liberdade para ti?
Páscoa! Ó Páscoa!
Simboliza liberdade pra ti?
LILIANO – Maria, muito obrigado por me ensinares que Jesus Cristo é a minha Páscoa!

MARIAZINHA – De nada Liliano.

LILIANO – Agora eu vou contar tudo o que aprendi para os meus pais. Quero que eles também conheçam a Jesus e que Ele é o verdadeiro Senhor da Páscoa! (saem)

Fim



Teatro - A Páscoa do Coelhinho Cinza
(Qual é o Verdadeiro Significado da Páscoa?)



Personagens:
Coelhinho Cinza;
Avô Coelho;
Coelho Sábio (Conselho de Páscoa);
Coelho Azul (Conselho de Páscoa);
Coelha Rosa (Conselho de Páscoa);
Coelhinha Dani;
Coelhinho Zeca;

Cena 1

(Avô Coelho e Coelhinho Cinza estão a brincar num canto. Coelhinho Cinza tenta responder às adivinhas feitas pelo avô Coelho).

Coelhinho Cinza - Mais um avô! Diz mais uma!


Avô Coelho – Deixa, eu ver se eu me lembro... Na minha idade a memória não ajuda... Ah, já sei! O que é, o que é: tem orelha de Coelho, rabo de coelho e não é coelho?


Coelhinho Cinza - Ah, avô, essa é fácil! O que tem orelha de coelho, rabo de coelho e não é um coelho? Todo mundo sabe essa!


Avô Coelho - Ah, Coelhinho Cinza! Você sabe mesmo?


Coelhinho Cinza - (Perguntando para a plateia) Vocês sabem essa? O que tem orelha de coelho, rabo de coelho e não é um coelho? (Espera a resposta da plateia por um tempo e depois fala para o avô e para a plateia) É... uma coelha!


Avô Coelho - Ah, Coelhinho Cinza! Você é muito esperto! Um dia vai ser um "Coelho da Páscoa"!


Coelhinho Cinza - Pergunta outra vovô!
Avô Coelho – Essa, eu quero ver: O que é, o que é: o que está no meio do ovo?


Coelhinho Cinza - (Fala para a plateia) Alguém sabe essa? (Espera a resposta da plateia por um tempo)... É a letra "v"!


Avô Coelho - Muito bem, muito bem!

(Avô Coelho e Coelhinho Cinza podem fazer novas perguntas à plateia, "adivinhas" relacionadas a coelhos ou ovos ou Páscoa. Acrescentar aqui perguntas sobre o significado dos símbolos típicos da Páscoa, como "Ovo de Páscoa" ou "coelho de Páscoa").


Coelhinho Cinza - Avô Coelho, será que eles me vão seleccionar para o teste de "Coelho da Páscoa"?


Avô Coelho - Claro, a qualquer momento vão bater à porta e vão te chamar!


Coelhinho Cinza - Verdade?


Avô Coelho - Claro!


(A campainha toca ou batem a porta, avô Coelho vai atender)


Coelhinho Cinza - Ai, que aflição! Será que é a carta a convocar-me para o teste de "Coelho da Páscoa"?


(Avô Coelho volta com uma carta na mão)


Avô Coelho - Carta para o Sr. Coelhinho Cinza, urgente!


Coelhinho Cinza - Meu nome é "Coelhinho Cinza", e não "Coelhinho Cinza Urgente"!


Avô Coelho - Ah, ah, ah! Esse meu neto!


Coelhinho Cinza - Leia para mim, vovô! Avô Coelho abre a carta e lê. Avô Coelho (Lendo a carta) Prezado Coelhinho Cinza: foste pré-selecionado para o teste de "Coelho da Páscoa" deste ano. Esta tarefa é muito importante e para seres escolhido, precisas realizar um teste e responder qual é o verdadeiro significado da Páscoa para ti. Comparece à comissão de Páscoa para realizares o teste e, quem sabe, ser aprovado. Boa sorte!


Coelhinho Cinza - Hum! Como vou responder a isso! Eu não sei o verdadeiro significado da Páscoa!


Avô Coelho - Vais ter de pesquisar e estudar sobre esse assunto!


Coelhinho Cinza - O que é "pesquisar"?


Avô Coelho - Ora, é procurar as respostas ao que se quer saber!


Coelhinho Cinza - Procurar? Onde?


Avô Coelho - Em todo lugar! Depende da pesquisa: pode ser em livros, pode ser em jornais, revistas ou ouvindo um programa no rádio ou na televisão... Até na Internet! Pode ser entrevistando quem conhece o assunto, por exemplo...


Coelhinho Cinza – Então, vou pesquisar! Tchau, avô Coelho!


(Coelhinho Cinza abraça o avô e sai a correr).

Cena 2
(Coelhinho Cinza encontra sua amiga Coelhinha Dani).


Coelhinha Dani - Coelhinho Cinza, onde vai com tanta pressa?


Coelhinho Cinza - Coelhinha Dani! Precisa me ajudar!


Coelhinha Dani - Claro que ajudo!


Coelhinho Cinza - Preciso descobrir o significado da Páscoa!


Coelhinha Dani - Ah, só isso? Páscoa é quando tem um feriado e o "Coelhinho da Páscoa" traz ovos de açúcar e chocolate!


Coelhinho Cinza - Só isso? Tem certeza?


Coelhinha Dani - Bom, posso perguntar para nossa amiga Coelhinha Débora... Ela mora lá na Itália, talvez em outro lugar o significado seja outro!


Coelhinho Cinza - Pergunta, pergunta!


Coelhinha Dani - Espere um minuto! (tira um celular de uma bolsa ou bolso e telefona) Oi, Coelhinha Débora? Adivinha só! O Coelhinho Cinza quer saber o verdadeiro significado da Páscoa! Ah, espere um pouco.


Coelhinho Cinza - O que foi?


Coelhinha Dani - Ela disse: PASCOA... Morrer para seus desejos mais profundos. Entregar os sonhos. Esquecer de si. E, não mais que então, os desejos, os sonhos, o EU vive!


Coelhinho Cinza - Puxa, que lindo! E o que isso significa?


Coelhinha Dani (dá "tchau" e desliga o telefone) Não sei... Deve ser o significado da Páscoa para ela... talvez haja mais de um significado, um para cada um! Coelhinho Zeca entra.


Coelhinha Dani - Ei! Coelhinho Zeca!


Coelhinho Zeca - Oi! Olhem só, cortei o meu pelo para a chegada da Páscoa!


Coelhinho Cinza - Qual o significado da Páscoa para você?


Coelhinho Zeca - Todo mundo sabe que a Páscoa é a comemoração da chegada da primavera, quando o frio vai embora! Por isso cortei meu pêlo!


Coelhinho Dani - Coelhinho Zeca, você é muito desligado! Isso é lá no hemisfério norte! Aqui, a Páscoa coincide com a chegada do frio!


Coelhinho Zeca - Puxa, por isso que eu estava me sentindo meio congelado! Obrigado por me avisar! Coelhinho Zeca sai. (Coelhinho Cinza pergunta para outros coelhos, caso haja necessidade de mais personagens, um a um sobre o verdadeiro significado da Páscoa).


Coelhinho Cinza - Puxa! (Vira-se para a plateia e pergunta um a um a quantos espectadores quiser, alunos, colegas, professores) Qual é o verdadeiro significado da Páscoa para você? Depois de perguntar a vários espectadores, volta a falar com a Coelhinha Dani).


Coelhinha Dani - E agora?


Coelhinho Cinza - Vou pesquisar na biblioteca! Tchau!


(Coelhinho Cinza abraça a Coelhinha Dani e sai a correr).

Cena 3
(Coelhinho Cinza entra em cena com um livro enorme).

Coelhinho Cinza - Está na hora de encontrar a comissão de Páscoa e eu ainda não sei o verdadeiro significado! Aqui diz várias coisas, olhem só: (pega o livro e lê)
1- Antigamente, a Páscoa tinha o significado de libertação;
2- Páscoa, na língua hebraica é "pessach", que significa "passagem";
3 - Festa em que se distribuem ovos.
4- Ressureição de Jesus Cristo;
5- Também, antigamente, a festa teve sua origem na volta da Primavera...
6-...

(Entram os coelhos da "Comissão de Páscoa", são 3 coelhos ao todo, O Coelho Sábio, Coelha Rosa e Coelho Azul).

Coelho Sábio - Você é o Coelhinho Cinza, não é?


Coelhinho Cinza - Sim, vim preparado para o teste, mas...


Coelho Sábio – Eu, sou o Coelho Sábio, Esta é a Coelha Rosa e este é o Coelho Azul. Todos cumprimentam Coelhinho Cinza com aperto de mãos.


Coelhinho Cinza - (Começa a chorar) Eu... eu não sei a resposta, não vou poder fazer o teste!
Eles confortam Coelhinho Cinza.


Coelha Rosa - Calma! Não se preocupe, só viemos entregar uma coisa a você!


Coelho Azul - Queremos dar uma chave para você!


Coelho Sábio - Com essa chave, você aprenderá muito!


Coelhinho Cinza - (Pára de chorar) Eu... eu vou conseguir descobrir a resposta com essa chave? É uma chave mágica?


Coelha Rosa - Não! É apenas a chave do depósito de ovos de Páscoa! Viemos entregá-la a ti! Cada um de nós da comissão recolhe os ovos e guarda-os numa caixa de cada cor no depósito de ovos de Páscoa.


Coelho Azul - Todo "Coelho de Páscoa" deve mostrar que é responsável e capaz de guardar os ovos da Páscoa!


Coelho Sábio - Com essa chave, serás responsável pelos ovos de Páscoa de todo mundo! Se mostrares que podes cuidar deles, estarás pronto para responder ao teste sobre o verdadeiro significado da Páscoa!


Coelhinho Cinza - E se eu não consegui descobrir? Eu sou o primeiro coelho de cor cinza a fazer o teste!


Coelha Rosa - Não se preocupe, quando for o momento certo, você vai saber a resposta!
Coelho Azul - Todos nós já passamos por isso!


Coelho Sábio - Vais conseguir, não te preocupes! Todos os coelhos saem, Coelhinho Cinza fica só. Olha para a chave pensativamente.


Coelhinho Cinza - (Preocupado) Puxa, quanta responsabilidade! Espero que nada aconteça com os ovos, ou eu vou perder minha oportunidade de ser um "Coelhinho da Páscoa"! Coelhinho Cinza permanece em cena com a chave

(Se houver alguma música suave para colocar na apresentação deste texto, este é um bom momento).

Cena 4
(Coelhinho Cinza ainda em cena).


Coelhinho Cinza - Eu quero me tornar um "Coelhinho da Páscoa"! Melhor é eu ir cuidar dos ovos, ver se eles estão bem guardados.


(A comissão de Páscoa (Coelha Rosa, Coelho Azul e Coelho Sábio) entram a correr e a gritar).


Comissão de Páscoa - Os ovos desapareceram! Os ovos desapareceram!


Coelha Rosa - Sumiram! Os ovos vermelhos que eu guardei sumiram!


Coelho Azul - Os ovos azuis também! Eu não encontrei nenhum!
Eram os que eu tinha armazenado!


Coelho Sábio - E os amarelos, que fui eu quem escolhia, também desapareceram, fomos dar uma olhada neles e eles não estavam lá!


Coelho Cinza - Não fui eu que perdi os ovos! Eu nem cheguei perto do depósito! Ah, não! Eu devia ter ido lá, cuidar deles, e agora tudo está perdido! Eu era o responsável pelos ovos! (começa a chorar) A Páscoa de todo mundo está perdida! Tudo culpa minha! Só porque eu sou diferente, sou um coelho de cor cinza tudo é diferente para mim!

(Coelhinho Cinza sai a correr).


Comissão de Páscoa - Espere, Coelhinho Cinza! Não fuja!


Coelho Sábio - Vamos atrás dele! Precisamos interrogar aquele coelhinho!


(Todos saem de cena).

Cena 5

(O Avô Coelho entra em cena, tranquilo. Logo depois, o Coelhinho Cinza entra em cena a correr).


Coelhinho Cinza - Avô! Avô! Socorro! Os ovos sumiram! Eu deixei os ovos sumirem!


Avô Coelho - O que foi, meu neto? O que está a acontecer? Por que tu estás tão nervoso?


Coelhinho Cinza - A comissão... Eles... me deram uma chave... Os ovos sumiram! Eu deixei os ovos sumirem!


Avô Coelho - Espera, explica isso direito... Fizeste alguma coisa errada?


Coelhinho Cinza - (furioso) Não, mas eu sou um coelho cinza! Um coelho cinza não pode ser "Coelho da Páscoa"! Estou com muita raiva! Quero acabar com tudo se os ovos aparecessem agora eu mesmo sumiria com eles!


Avô Coelho - Vamos com calma. Não digas asneiras, és um óptimo coelho e a cor do pelo não é motivo para ficares a menosprezar-te. És muito responsável, sempre cuidas de mim! Além disso, és muito inteligente, vai descobrir o que aconteceu com os ovos! Deves ser como sempre foste, não deixes a tristeza e a raiva invadirem teu coração. És um bom coelhinho!


Coelhinho Cinza - Acha mesmo?


Avô Coelho – Fugiste deles?


Coelhinho Cinza - Fiquei com medo que eles pensassem que eu era o culpado de tudo... porque eu sou diferente dos outros coelhos.


Avô Coelho - Não te preocupes, tudo se vai resolver. Vamos procurar a Comissão de Páscoa e descobrir o que aconteceu. Os ovos não podem sumir, só eles têm a chave, além de ti. Vamos procurar a Comissão... A comissão de Páscoa entra correndo neste instante.


Coelha Rosa - Coelhinho Cinza! Porque saíste a correr?


Coelho Sábio - Só queremos fazer umas perguntas para ver se descobrimos onde foram parar os ovos!


Coelho Azul - Não devia sair a correr, não temos mais a mesma resistência para correr atrás de coelhinhos!


Coelha Rosa - Ainda mais, depois do trabalho que deu colocar todos aqueles ovos vermelhos na caixa vermelha!


Coelho Sábio - E eu, que tinha de colocar os amarelos na caixa amarela! Eram muitos!


Coelho Azul - E os meus? Sabe quanto pesa cada ovo azul que coloquei na caixa azul? Coelhinho Cinza, só queremos saber se perdeste a chave ou se emprestaste a alguém!


Coelhinho Cinza - Não acham que eu sou culpado só porque sou cinza?


Coelha Rosa - Claro que não! Nunca imaginamos isso! Mas precisamos descobrir o que aconteceu!


Coelho Sábio - Ajude-nos a encontrar os ovos!


Coelho Azul - Precisamos nos unir e descobrir tudo!


Coelhinho Cinza - Está bem, vamos descobrir... Meu avô Coelho confia muito em mim! Acha que eu posso descobrir o que aconteceu! Mas também tenho umas perguntas a fazer!


Avô Coelho - O que achas que aconteceu, Coelhinho Cinza?


Coelhinho Cinza - Eu sei que não daria tempo para alguém sumir com todos os ovos, então comecei a pensar que... bons, vocês podiam ler o que está escrito aqui?


Coelhinho Cinza - Escreve algo e entrega um papel para que eles leiam.


Coelha Rosa - Não tem nada escrito aqui, tem? Só vejo umas manchas!


Coelho Sábio - Não estou enxergando nada!


Coelho Azul - Precisamos de óculos novos!


Coelhinho Cinza - Aqui está escrito: "as caixas são pintadas por dentro e por fora?"


Coelho Azul - Ah, para que serve saber isso? Mas a resposta é "sim": as caixas têm a mesma cor por dentro que tem por fora...


Coelhinho Cinza - Foi o que pensei! Esperem por mim perto do depósito de ovos e eu vou esclarecer este mistério!


(Todos saem por um lado, Coelhinho Cinza sai por outro).

Cena final

(Os Coelhos da Comissão de Páscoa estão do lado das caixas de ovos do depósito, há uma caixa vermelha, uma amarela e uma azul).


Coelho Azul - O Coelhinho Cinza está demorando... Será que ele sabe onde estão os ovos?

(Coelhinho Cinza entra a correr com um saco. Acompanham seus amigos e o avô Coelho, que irão assistir a cena).

Coelhinho Cinza - Desculpem a demora! Está aqui a solução do problema!


Coelha Rosa -Tem ovos aí dentro? Mas devem ser poucos!


Coelhinho Cinza - Não! (Ri um pouco) Eu sei onde estão os ovos porque a única resposta possível, já que não havia outra chave e já que não havia tempo dos ovos terem sido levados por alguém, é que... os ovos continuam onde estão!

(Os coelhos da comissão ficam espantados)


Coelho sábio - Como pode ser possível? Quer dizer que eles estão invisíveis?


Coelhinho Cinza - Quer dizer que os ovos estão invisíveis para vocês porque cada um colocou ovos de uma cor em caixas pintadas da mesma cor e como vocês não estão a vê-los, eu tenho estes presentes para vocês! Coelhinho Cinza tira óculos de dentro do saco e dá um par a cada Coelho da comissão.


Coelha Rosa - (Olha dentro da caixa) Puxa, que inteligente! Eles estavam aí e eu nem vi nada!
Todos os coelhos olham dentro das caixas e tiram um ou dois ovos
Coelho sábio - És um génio!


Coelho Azul - Nunca vi um coelho tão esperto! Merece ser o Coelho da Páscoa!


Coelho Sábio - Coelhinho Cinza! Queremos que sejas o Coelho da Páscoa, mas precisamos fazer as perguntas que já pesquisastes!
Estás pronto para o teste?


Coelhinho Cinza - Sim! Agora estou pronto!


Coelho Sábio – Então, vamos começar: as pessoas têm se esquecido do verdadeiro significado da Páscoa. As pessoas pensam no significado comercial e não espiritual, religioso ou filosófico desta data! Vamos fazer três perguntas e de acordo com a resposta, poderás ou não ser um "Coelho da Páscoa"! Sr. Coelho Azul, por favor, faça sua pergunta!


Coelho Azul - Minha pergunta, meu jovem Coelhinho Cinza, é bem simples: A comemoração da Páscoa remonta das antigas festas de final do frio e escuro inverno e chegada da primavera. Em que isto poderia estar relacionado com o verdadeiro significado da Páscoa?


Coelho Cinza - A Páscoa ainda é uma festa, esta é a relação, mas, para mim, pessoalmente, o fato de ser apenas um Coelhinho Cinza e poder passar a ser o "Coelho da Páscoa", também está relacionado com a passagem da escuridão para a luz, do crescimento de flores, de plantas brotando... isto tudo está relacionado ao meu crescimento, também!


Coelho Azul - Que linda resposta! Mas confesso que eu já esperava por ela! Confio totalmente em sua capacidade para ser um "Coelho da Páscoa"!


Coelhinho Cinza - Obrigado!


Coelho Sábio - Estou muito satisfeito com esta resposta, mas precisamos ver se também pensam assim todos coelhos do conselho. Dona Coelha Rosa, faça sua pergunta!


Coelha Rosa - Certo, minha vez: Páscoa, na língua hebraica é "pessach", que significa "passagem". Antigamente, a Páscoa tinha o significado de libertação. A Páscoa surgiu como a festa que marcava o fim da escravização do povo hebreu. Para ti, Coelhinho Cinza, qual é o significado pessoal disso?


Coelhinho Cinza - Percebo que em mim, a libertação se deu quando parei para pensar em tudo o que estava a acontecer. É um dos significados da Páscoa para mim: a passagem do Coelhinho Cinza, para um Coelhinho Cinza de Páscoa inteligente, alegre e responsável!


Coelha Rosa - Muito bem! Estás pronto para ser o "Coelho da Páscoa"! Parabéns!


Coelho Sábio - Agora, minha pergunta, a última, para que tu passes no teste: A Páscoa, para os cristãos, está ligada à ressurreição de Jesus Cristo. O que isto significa para ti?


Coelhinho Cinza - Eu estava indo para o caminho errado, meu coração estava no frio e na escuridão. Percebo que no meu coração, fui, por alguns instantes, mau e quis ser vingativo e acabar com tudo. Ao libertar meu coração do medo, da dor e da mágoa, fiz renascer em mim a fé e a bondade que deve mover todas as pessoas. É assim que eu vejo o significado da Páscoa para mim: o renascimento de um Coelhinho Cinza para o bem!


Coelho Sábio - Muito bem! Estamos todos satisfeitos! Tu não nos decepcionaste! Achaste muitos significados verdadeiros para a Páscoa!


Coelhinho Cinza - Esperem, não acabei! Não foi só isso: descobri novos significados! Também descobri que tenho muitos amigos e a família que podem me ajudar e que a Páscoa pode ter o significado de reencontro! E descobri também que adoro dar presentes e que a Páscoa pode significar bondade! Reencontro, Amizade, Bondade, Renascimento, Passagem... cada vez descubro novos significados para mim!


Coelho Sábio - Parabéns! Mas, para ti... qual é o verdadeiro significado?


Coelhinho Cinza - Tudo isso significa que... que... Significa que todos os significados são verdadeiros! Mesmo que isso inclua a alegria de dividir ovos de chocolate entre as crianças!


Todos - Viva o Coelhinho Cinza! Viva o "Coelho da Páscoa"!


(Todos começam a cantar uma canção de Páscoa)



FIM



Significado de Alguns Símbolos Pascais


O ovo simboliza o nascimento, a vida, o ressurgimento de Cristo e é um símbolo desde a Antiguidade, época em que já era costume presentear as pessoas, por ocasião da Páscoa, com ovos enfeitados e coloridos. Os ovos de Páscoa representam também o final da quaresma.

O cacau, cujo nome científico em grego é Teobroma Cacau, quer dizer: o néctar dos deuses. Seu sabor e sua força energética sempre foram reconhecidos em toda a Europa. Ao tomar o formato de um ovo, representou mais intensamente a força rejuvenescedora da vida. O ovo de chocolate é, portanto, o símbolo da vida.

Os coelhos surgiram como símbolos da Páscoa na época dos egípcios, pois representam a fecundidade e a reprodução constante da vida. Convém lembrar que, embora eles apareçam associados aos ovos, até hoje não se viu um coelho que botasse um ovo, muito menos de chocolate.

A cruz mistifica todo o significado da Páscoa, na ressurreição e também no calvário de Jesus Cristo. Desde a ano 325 d.C. é considerada como símbolo oficial do cristianismo.

Na celebração do sábado de Aleluia, véspera do domingo de Páscoa, é feita a bênção da água que será utilizada nos baptismos durante o ano. Cristo é a verdadeira água, fonte de vida.

O cordeiro é o símbolo mais antigo da Páscoa. No Novo Testamento, simboliza Cristo que é o Cordeiro de Deus sacrificado em prol da salvação de toda a humanidade, seu rebanho.
O pão e o vinho eram, na Antiguidade, a comida e bebida mais comuns. Jesus Cristo se serviu desses alimentos para simbolizar sua presença constante ao instituir a Eucaristia. Assim, o pão e o vinho simbolizam o corpo e o sangue de Jesus e a vida eterna.

As vestes brancas usadas na celebração pascal retomam a passagem referente à transfiguração de Cristo (na qual as vestimentas de Jesus se tornaram resplandecentes de brancura.) O branco simboliza a pureza, a paz e a plenitude.

As velas são uma marca das celebrações religiosas pascais. Em certos países, os católicos apagam todas as luzes de suas igrejas na Sexta-feira da Paixão. Na véspera da Páscoa, fazem um novo fogo para acender o principal círio pascal e o utilizam para reacender todas as velas da igreja. Então, acendem suas próprias velas e as levam para casa a fim de utilizá-las em ocasiões especiais.
No Sábado Santo a celebração católica é iniciada com a bênção do fogo, chamado de "fogo novo".

O círio pascal é aquela grande vela decorada que tem a cruz como desenho central. Simboliza a luz dos povos, em Cristo. As palavras "Alfa e Ómega" nela gravadas querem dizer: "Deus é o princípio e o fim de tudo".






Poema_Páscoa

Páscoa é tempo de Amor,
de família e de Paz...
É tempo de agradecermos
discretamente
por tudo que temos
e por tudo que teremos.
Páscoa é um sentimento
nos nossos corações
de esperança e fé e confiança.
É dia de milagres;
é dia dos nossos sonhos parecerem
estar mais perto,
tempo de retrospecção
por tudo que tem sido
e uma antecipação de tudo que será.
E é hora de lembrar
com amor e apreciação
as pessoas em nossas vidas
que fazem diferença...
Pessoas como você!!!

Anna Marie Edwards


CANTE:

De olhos vermelhos
De pêlo branquinho
De pulo bem alto
Eu sou coelhinho

Sou muito assustado
Também sou guloso
Por uma cenoura
Já fico manhoso!

Eu pulo para frente
Eu pulo para trás
Dou mil cambalhotas
Sou forte demais

Comi uma cenoura
Com casca e tudo
Tão grande era ela
Fiquei barrigudo.


PODEMOS CANTAR TAMBÉM:

Coelhinho da Páscoa
Que trazes para mim
Um ovo, dois ovos, três ovos assim!
Um ovo dois ovos três ovos assim.

Coelhinho da Páscoa
Que cor ele tem?
Azul, amarelo e vermelho também.
Azul, amarelo e vermelho também.

Coelhinho da Páscoa
Com quem quer brincar
Com este amiguinho
Que não vai chorar.


Origem da páscoa


A Páscoa é a mais importante celebração dos cristãos e comemora a ressurreição de Jesus Cristo. Diz a tradição que Cristo foi crucificado e sepultado em uma sexta-feira e ressuscitou na madrugada do domingo seguinte, subindo aos Céus. No Hemisfério Norte, a Páscoa é comemorada no início da primavera e também celebra o fim do inverno, a volta da vida. A associação da data ao coelho também acontece porque quando o inverno acaba, esses animais saem das tocas após longo período de recolhimento.
Mas a Páscoa tem outras origens e histórias. Os antigos povos Anglo-Saxões, por exemplo, adoravam a divindade Ostara, deusa da fertilidade e da primavera. Muito antes da Páscoa cristã eles já celebravam nessa data a fertilidade, a volta da vida e da luz após o longo e sombrio período de inverno. A própria palavra "Easter" (pronuncia-se "íster" e, em inglês, quer dizer "Páscoa") teria derivado de "Ostara". A deusa Ostara era sempre apresentada com um coelho e um ovo a seus pés. O coelho é um animal muito fértil (tem muitos filhos em cada ninhada e várias ninhadas em um ano); ele foi associado à essa deusa - e, depois, à Páscoa cristã! Os ovos, também simbolizam a vida e, assim, foram naturalmente associados à deusa. A Páscoa judaica se chama "Pessach". É dela que se originou a palavra "Páscoa", em português.



Desenhos para colorir...


Imprimir em A3...


Improvisar frases para as expressões corporais e7ou faciais dos coelhos...














Expressão Dramática - Teatros/Histórias

Para lembrar as cores do arco-íris

https://sites.google.com/site/aturmadoarcoiris/

Para ajudar a lembrar a sequência de cores do arco-íris, usa-se a mnemónica:
«Vermelho lá vai violeta»...Em que l,a,v,a,i representam a sequência laranja,amarelo,verde,azul,indigo (anil).


Para aplicar as cores do arco-íris


Arco-íris




A lenda do arco-íris


O João era pobre. O pai tinha morrido e era muito difícil a mãe manter a casa e sustentar os filhos.
Um dia ela pediu-lhe que fosse pescar alguns peixes para o jantar.
O João reparou numa coisa a mexer-se no meio do arvoredo. Aproximou-se sorrateiro, abaixou-se, afastou as folhas devagarinho e viu um pequeno homem sentado num minúsculo banco de madeira.
Costurava um colete verde com um ar compenetrado enquanto cantarolava uma musiquinha.À frente do João estava um anão. Rapidamente esticou o braço e prendeu o homenzinho entre os dedos.
- Boa tarde, meu senhor.
- Como estás, João? - respondeu o homenzinho com um sorriso malicioso.
Mas o anão tinha montes de truques para se libertar dos humanos. Inventava pessoas e animais a aproximarem-se, para que desviassem o olhar e ele pudesse escapar.
- Diz-me lá, onde fica o tesouro do arco-íris?
Mas o anão gritou para o João que vinha lá um touro bravo a correr bem na sua direcção. Ele assustou-se, abriu a mão e o anão desapareceu.
O João sentiu uma grande tristeza, pois quase tinha ficado rico.
E, com estas andanças, voltou para casa de mãos a abanar, sem ter pescado peixe nenhum. Mal chegou contou à mãe o sucedido. Esta, que já conhecia a manha dos anões, ensinou-o:
- Se alguma vez o encontrares, diz-lhe que traga o tesouro imediatamente.
Passaram-se meses.
Até que um dia, ao voltar para casa, sentiu os olhos ofuscados com um brilho intenso. O anão estava sentado no mesmo pequeno banco de madeira, só que desta vez consertava um dos seus sapatos.
- Cuidado! Vem lá o gavião! - gritou o anão, fazendo uma cara de medo.
- Não me tentes enganar! - disse o João. - Traz já o pote de ouro!
- Traz já o pote de ouro ou eu nunca mais te solto.
- Está bem! - concordou o anão. - Desta vez ganhaste!
O pequeno homem fez um gesto com a mão e imediatamente um belíssimo arco-íris iluminou o céu, saindo do meio de duas montanhas e terminando bem aos pés do João.
As 7 cores eram tão intensas que até esconderam o pequeno pote de barro, cheio de ouro e pedras preciosas, que estava à sua frente.
O anão baixou-se, com o chapéu fez-lhe um aceno de despedida, e gritou, pouco antes de desaparecer para sempre:
- Adeus, João! És um menino esperto! Terás sorte e serás feliz para sempre!
E foi o que aconteceu. O pote de ouro nunca se esgotou e o João e a sua família tiveram uma vida de muita fartura e de muita alegria.


Teatro


"Vamos agarrar o arco-íris"



Narrador – Carolina era uma menina que vivia no campo e gostava tanto de correr e de saltar! Trepava as árvores era um gosto desde manhã ao sol-posto!


Mãe – Carolina! Ó Carolina! Sempre a correr! Que andas tu Lá fora a fazer?


Narrador – Mas ela já nem ouvia. Corria, corria:


Carolina – Ó Afonso! Francisco! (Gritava, chamando os amigos) – Manuel! Venham muito depressa! Está quase a chover; mas venham todos ver! Está acolá um arco-íris tão lindo!


Narrador – Num instante, estavam todos a olhar para o céu, a ver o arco-íris.


Todos – Ai! Que bonito! É mesmo muito bonito! E tem tantas cores! – disseram em coro.


José – Vamos agarrá-lo? Eu quero a cor vermelha!


Carolina – E eu quero aquela que é igual às violetas da avó!

Francisco – e eu a verde.


Manuel – Para mim é a amarela!


Afonso – A minha – já todos sabem – é a azul.



José – Vamos, vamos lá agarrar as nossas cores.



Narrador – E o Afonso, todo despachado:


Afonso – Eu acho que não é nada longe! Se correrem todos atrás de mim, vamos lá chegar num instante.


Francisco – Cuidado com o Manelito – que ainda é pequenito! Mas não faz mal; eu ajudo. Dá cá a tua mão, sim?



Narrador – E o Afonso:


Afonso – Pois é! Isto é tudo muito perigoso para o Manel.

Narrador – E corriam... corriam...

Carolina – Mas... mmmm... mmmm...



Carolina – O arco-íris está a fugir-nos! Se calhar pôs-se a jogar às escondidas connosco! Assim nunca mais o apanhamos!



Francisco – Pois é... Também já não estou a ficar contente, porque o arco-íris vai fugindo, fugindo, e fica cada vez mais longe de nós!



Narrador - Carolina – E a Carolina:



Carolina – Sentem-se todos aqui a descansar, que eu vou chorar... Só um bocadinho!


Narrador – E então, todos ali sentados, estavam à espera que ela chorasse aquele bocadinho. Mas... foi então que chegou o João, que por ser mais velhinho sabia muitas coisas a respeito do arco-íris que no céu se pode ver, quando está para chover.

João – Agarrar o arco-íris?! Mas isso não pode ser! E explicou: O arco-íris é a luz branca do sol, que se “desmancha” toda quando passa pelas gotinhas da chuva e apresenta aquelas sete cores que estamos todos a ver, das quais já não posso escolher muito, porque só me deixaram duas! Bom, escolho o laranja. O índigo não fica escolhido. É muito bonito, o arco-íris, pois é! Mas é só para ver, não se pode prender! Portanto, meus amigos, vamos mas é lanchar que a fome já está a apertar...


Narrador – Lá voltaram todos para casa da Carolina. Esperava-os uma mesa cheiinha de coisas boas: pipocas, pão fresco, queijo, compota, leite, sumo e também chocolates. E ficaram todos tão ocupados e entusiasmados, que nem perceberam que, lá fora, também já a terra ia bebendo as grossas gotas da água da chuva que ia caindo do céu.

Para pintar o arco-íris...



Vídeo para ajudar a conhecer as cores do arco-íris.




João e o Pé de Feijão




Uma pobre viúva tinha um único filho, que era muito rebelde e gastava todo o seu dinheiro. Não tendo mais recursos para nada, João convenceu a mãe de vender a única vaca que ainda tinham. Após muito resistir, ela aceitou. No caminho para vender o animal, encontrou um homem que lhe propôs trocá-lo por alguns grãos de feijão mágicos. João aceitou a oferta e voltou para casa feliz. Quando sua mãe soube da troca ficou enfurecida, jogou os grãos pela janela e chorou muito. Como não tinham nada para comer, foram dormir com fome. No dia seguinte, João encontrou um pé de feijão com hastes grossas e entrelaçadas, tão altas que alcançavam a nuvens. Então, o menino resolveu subir pela árvore que crescera. Levou algumas horas subindo, até que chegou a um lugar estranho, onde encontrou uma fada que contou ao menino que por causa de um amigo falso que seu pai tivera no passado, a família de João perdera todo o dinheiro que tinham. A fada contou, ainda, que não podia ajudar antes porque havia perdido seus poderes temporariamente, mas agora os recuperara e fez com que João trocasse a vaca pelos grãos para ajudá-lo, pois o homem que roubara seu pai era um gigante que vivia naquele lugar. A fada orientou João a seguir pela estrada que dava no castelo do gigante, afirmando que tudo o que João encontrasse por lá seria, por direito, seu e de sua mãe. Ao chegar à casa do gigante, foi atendido pela sua mulher, a quem pediu alimento e pousada. Ela o levou para um quarto, servindo-lhe comida e bebida. De repente, ouviram a voz do gigante, que fez a casa estremecer, pedindo a sua comida. João sugeriu a mulher que o escondesse no forno e ela assim o fez. João, espiando por uma fresta do forno, ficou horrorizado com a quantidade de comida consumida pelo gigante. Após comer, ele pediu à mulher que trouxesse a galinha e João a viu botar um ovo de ouro. Após se divertir com a galinha, o gigante pegou no sono e o menino aproveitou para fugir com a ave, descendo de volta pelo pé de feijão. Chegando em casa, ele mostrou a galinha à mãe e lhe contou a história, deixando a mulher muito feliz. Porém, depois de um tempo João resolveu voltar à casa do monstro, a fim de trazer mais riquezas. Disfarçou-se pintando o rosto e foi. Lá chegando, pediu ajuda da mulher novamente. Outra vez João pode observar o gigante por uma fresta e viu quando ele começou a contar suas sacas de moedas de ouro. Quando o gigante adormeceu, João fugiu com as moedas de ouro. Chegando a casa, o menino entregou o dinheiro à mãe e, durante três anos João viveu feliz com ela. Até que, disfarçando-se novamente, o menino partiu para novo encontro com o gigante que roubara seu pai. Chegando ao lar do gigante, João teve de insistir muito para que a mulher o ajudasse, mas, finalmente, conseguiu que ela o escondesse em um caldeirão. Então, espiando pela tampa, o menino viu a harpa mais incrível que se possa imaginar, pois a uma ordem do gigante ela começava tocar, sozinha, lindamente. Quando monstro pegou no sono, João apoderou-se da harpa e correu. Porém, a harpa era encantada e, assim que o menino a pegou ela começou a gritar, acordando o seu amo. O gigante acordou, levantou-se e viu João correndo. Correu atrás do garoto, mas havia comido muito e não conseguiu alcançá-lo. Quando João chegou ao chão, cortou a haste do feijão com um machado, bem na raiz. O gigante caiu de cabeça no jardim e morreu imediatamente. Nesse momento, apareceu a fada que explicou tudo à mãe de João e eles puderam assim continuar a cuidar da vida e da fazenda, nunca mais faltando dinheiro para comer.























Dramática - Improvisar textos/histórias


Improvisar textos/histórias a partir de imagens...


individualmente ou colectivamente...


História - A raposa e o mocho



História - Capuchinho Vermelho


Histórias para produção textual...











Expressão Dramática - "Dia do pai"

Expressão Dramática
Teatro – Dia do Pai

O porquê do Dia do Pai?
O Dia do Pai celebra-se a 19 de Março. Por que é que calha nesta data? É porque este é o dia de S. José, o pai de Jesus. Assim faz-se uma homenagem especial a todos os pais do mundo.

(Coloca-se uma trilha sonora (veja dica) e, ao centro do palco, um homem caminha vestido com várias peças de roupa como: terno e camiseta por baixo, ténis num pé e noutro sandália, bermudas..., seu rosto, porém, deve estar coberto por tiras de pano para dar a impressão de que ele não tem face. Nesta apresentação vamos explorar bem a dicção e expressão).

PAI: (imponente): Até há pouco tempo meu papel na família era fácil e simples. Pão na mesa e pronto! Mas hoje? Tudo mudou! Os filhos não querem mais nem saber de um pai como foi meu pai. (reflexivo) Mas então: Como é que deve ser um Pai?

(Ele fica congelado no centro do palco. Começam a surgir os personagens. Eles andam freneticamente pelo palco declamando seus textos. Muda-se a trilha sonora. Depois de um tempo, um a um vão à frente do pai e declamam suas frases para a plateia. Enquanto o personagem recita, os outros congelam e, após a fala, voltam a andar no mesmo ritmo e continuando o falatório).

FILHO 1: (indignado): Meu pai têm muitos amigos e vive mais com eles do que comigo!

FILHO 2: (triste): Como gostaria de ter um pai. Infelizmente ele morreu antes de eu nascer!

FILHO 3: (eufórico): Hoje vai ser um dia bom: eu e meu pai vamos pescar.
Ele é um pescador de sorte!

FILHA 4: (desabafo): Como gostaria de ouvir de meu pai, pelo menos uma vez: Filha, eu amo-te!

FILHO 5: (alegre): Hoje eu e ele fizemos tantas brincadeiras juntos. Foi muito bom! Meu pai é o melhor!

FILHA 6: (apaixonada): Olhem só como é bonito este colar de palha que ganhei. E não pensem que o ganhei do meu namorado. Foi o meu pai! Gosto muito do meu Pai!

FILHO 7: (descrente): Gostaria muito de dizer-lhe o quanto ele é importante para mim, mas, infelizmente, nunca tivemos intimidade para isso!

FILHA 8: (esperançosa): Acho que um dia ele voltará! Meu coração sente isso! Volta pai, você faz-me muita falta!

(A este ponto, todos diminuem os passos e ficam em silêncio. Aos poucos, e de cabeça baixa, saem de cena. Volta-se a trilha anterior. O pai que estava congelado no centro do palco fala).

PAI: Estou muito preocupado. Será que eu, pai, sou ainda tão importante como fui até agora? Sinceramente, não tenho mais certeza sobre qual seja realmente o meu papel de pai! É isso mesmo: Algumas mulheres chegam a afirmar que já não somos mais necessários. Que elas podem muito bem criar os filhos sozinhas. Não sei de que tipo de pais estavam a falar, mas era mesmo de pai. (reflexivo) Como deve ser então um pai?
(Neste momento congela-se novamente. Entra um personagem "velhinho".
Falando com a plateia ele, oportunamente, abraça o pai num gesto de companheirismo).

VELHINHO: (sereno e sorridente) É, completaram-se 42 anos de exercício neste mandato (sorrisos). Naquele tempo era mais fácil ser pai. Era só fazer cara de bravo e dizer não! Mas, não pensem que ser pai, naquele tempo era só isso, não. Embora houvesse muito respeito e silêncio quando eu tossia propositadamente, o medo logo desaparecia quando, aos pés da cama, contava histórias de minha infância até que eles dormissem. Fui pai e continuarei sendo, naturalmente, com uns retoques! Ser pai é um presente de Deus que continua até a morte. É muito bonito ser pai!

(O velhinho se afasta e continua a olhar o pai que está congelado. Nisso entram, um a um, os filhos. Cada um, por vez, desamarra uma fita do rosto do pai e declama o seu texto). (valorizem a expressão corporal)

FILHA 4: Ser pai é... Não ter um único dia sem ter ficado nervoso, com medo de algum imprevisto, mas ter se sentido orgulhoso e cheio de felicidade ao tomar nos braços o filho recém-nascido.

FILHO 5: Ser pai é... Ter olhado com indignação para a criança de rua que incomodava seu descanso, mas ter sido vencido pelo amor e ter adoptado e educado com carinho.

FILHO 2: Ser pai é... Ter perdido o emprego por ter chegado tarde, pois era mais importante a vida do filho. Sim, por ele passou inúmeras noites em claro junto com sua amada esposa e companheira.

FILHO 1: Ser pai é... Ter visto o rosto do filho molhado de lágrimas ao repreendê-lo em alguma traquinice, mas, momentos depois, estava já a brincar com ele, como amigos, como se nada tivesse acontecido.

FILHA 6: Ser pai é... Entristecer-se ao ver o filho adolescente cansado da vida, sentindo-se fracassado..., e, logo, ter procurado compreendê-lo, dando-lhe ânimo e coragem que só um pai consegue fazer.

FILHO 3: Ser pai é... Ter perdido o filho para o mundo dos vícios, do roubo, da violência..., mas ter reservado sempre em seu coração um lugar exclusivo para o seu retorno.

FILHO 6: Ser pai é...Ter sacrificado a vida toda trabalhando para deixar alguma herança para os filhos e, embora esquecido num asilo, não esquece dos filhos, alegrando-se por saber que estão bem. (vai na direcção do velhinho e o abraça)

FILHA 4: Ser pai é... Brincar feliz, feito criança, com seus netos.

FILHO 1: Ser pai é... Ser amigo!

(O pai deve estar com o rosto todo descoberto. Abraça e beija um a um os personagens).

PAI: Minhas filhas e meus filhos queridos. Confesso que nem sempre fui um pai como vocês esperavam e mereciam. Me desculpem! Mas, podem acreditar, que sempre vos amei com ternura. Vou esforçar-me para vos compreender. Se não conseguir, compreendam-me, pois se o meu jeito de ser é estranho para vocês, imaginem eu conviver com a realidade dos piercings, gírias, gestos, tatuagens que vocês adoram. Uma coisa eu garanto, tudo farei para ser o pai que vocês gostam.

VELHINHO: (aproxima-se do pai batendo palmas e diz) Gostei e estou plenamente de acordo com o vosso pai. Digo mais: embora saiba que ser pai, nos dias de hoje, é uma tarefa difícil para qualquer um, ele respondeu muito bem à pergunta que o torturava: o que é ser pai. Ele mesmo deu a resposta certa: Ser pai é ser um amigo!


Diploma: Dia do Pai




Desenho colorir

Para uma carta...




Para um cartão...

para oferecer...


Coração menina...

Para escrever um poema ou mensagem...


Coração menino...

Para escrever um poema ou uma mensagem...