Templates da Lua

Créditos

Templates da Lua - templates para blogs
Essa página é hospedada no Blogger. A sua não é?

Teatro - A Formiga e a Neve

Teatro

A Formiga e a Neve


Personagens (8): Narrador, Formiga, Neve, Sol, Nuvem, Parede, Rato e o Gato.

Narrador – Certo dia, a formiguinha trabalhadeira, quando ia buscar uma semente para o seu celeiro de Inverno, foi apanhada por um nevão e o seu pezinho ficou preso na neve. Muito aflita, ela pediu à neve:

Formiga – Ó neve, tu és tão forte que o meu pé prendes!

Neve – Mais forte do que eu é o Sol que me derrete! -

(Diz a formiga, virando-se para o Sol):

Formiga – Ó Sol, tu és tão forte que derretes a neve, que o meu pé prende!

Sol – Mais forte do que eu é a nuvem que me tapa!

Formiga – Ó nuvem, tu és tão forte que tapas o Sol, que derrete a neve que o meu pé prende!

Nuvem – Mais forte do que eu é o vento que me empurra!

Formiga – Ó vento, tu és tão forte que empurras a nuvem, que tapa o Sol, que derrete a neve que o meu pé prende!

Vento – Mais forte do que eu é a parede que não me deixa passar!

Formiga - Ó parede, tu és tão forte que não deixas passar o vento, que empurra a nuvem, que tapa o Sol, que derrete a neve que o meu pé prende!

Parede – Mais forte do que eu é o rato que me fura!

Formiga – Ó rato, tu és tão forte que furas a parede, que não deixa passar o vento, que empurra a nuvem, que tapa o Sol, que derrete a neve que o meu pé prende!

Rato – Mais forte do que eu, é o gato que me come!

Formiga – Ó gato, tu és tão forte que comes o rato, que fura a parede, que não deixa passar o vento, que empurra a nuvem, que tapa o Sol, que derrete a neve que o meu pé prende!

Gato – Mais forte do que eu, é a mulher que me trata.

Formiga – Ó mulher, tu és tão forte que tratas do gato, que come o rato, que fura a parede, que não deixa passar o vento, que empurra a nuvem, que tapa o Sol, que derrete a neve que o meu pé prende!

Narrador - Então a mulher retirou cuidadosamente a patinha da formiga da neve e, assim, ela pôde ir para casa.

Teatro - Cenourinha e os seus Óculos

Teatro

Cenourinha e os seus óculos

Personagens: Narrador1, Narrador2, Cenourinha, Robot, Boneca Lili, Rato, Macaco Bananinha, Urso e a Princesa.

Narrador 1: Tudo começou quando o Cenourinha, o coelhinho de peluche, encontrou um par de óculos enormes que estavam caídos nuns ramos ao pé da janela. Colocou-os sobre o nariz, ficando a julgar-se o mais esperto de todos bonecos, E metendo as patitas nos bolsos, pôs-se a passear pelo jardim.

Narrador 2: Ora, como não via bem com os óculos, tropeçou sem querer nuns paus que os outros brinquedos tinham para fazer uma fogueira para o piquenique da Páscoa.

Cenourinha: Ora bolas! Quase que caía por causa destes paus! Estes brinquedos só fazem asneiras! Vou ter que lhes dar uma lição! Já que sou o mais esperto de todos! A partir deste dia quem vai ditar as regras sou eu!

Robot: Cenourinha o que estas a fazer?

Cenourinha: Estou muito zangado! E por isso a partir de hoje não se fazem mais piqueniques no jardim!

Narrador 1: Quando os seus amigos o chamaram para o piquenique, o Cenourinha olhou para eles, carrancudo, através dos seus grandes e redondos óculos e disse:

Cenourinha: (Pergunta de mau humor) Oh, não! Não se podem fazer mais piqueniques no jardim. Não leram este aviso?

Narrador 2: Nenhum dos outros bonecos sabia ler e Cenourinha olhou de uma forma tão brava pelos seus velhos óculos que ninguém conseguiu responder durante algum tempo.

Boneca Lili: (desanimada) Mas, sempre fizemos piqueniques no dia da Páscoa!

Rato: Nós temos que fazer o piquenique! – Guinchou o rato de corda.

Cenourinha: Não podem! Leis são leis! – Exclamou o Cenourinha.

Macaco Bananinha: Não gosto de ordens.

Boneca Lili: Mas que coisa aborrecida. (Queixou-se a boneca Lili, abanando a cabeça encaracolada).

Cenourinha: Quem manda aqui sou eu, se eu disse não é não! Agora vou passear com os meus lindos óculos…estou mesmo importante!

Narrador 1: Assim, não puderam fazer o piquenique no jardim, ficando todos os brinquedos muito tristes.

Narrador 2: Todos os dias o Cenourinha escrevia novas leis.

Urso: (desanimado) O Cenourinha nunca foi tão mau como está a ser agora, depois de encontrar aqueles óculos horríveis acha-se o mais importante.

Robot: Regras são regras, regras são regras, regras são regras!

Rato: Era tão giro fazer o piquenique da Páscoa é sempre tão divertido!

Boneca Lili: Talvez pudéssemos modificar isto tudo que está a acontecer! O Cenourinha está a ser assim, por causa dos óculos.

Princesa: Mas eu penso que ele até dorme com os óculos postos...

Macaco Bananinha: Isso não faz mal. Temos que lhe tirar os óculos esta noite.

Narrador 1: Os brinquedos aproximaram-se silenciosamente da cama do Cenourinha e viram-no deitado, com os óculos postos na ponta do nariz.

Rato: Está a dormir tão profundamente! Que até ressona.

Macaco Bananinha: Vou tirar-lhe os óculos, e vou-lhe deixar uns ovinhos de chocolate que ele tanto gosta! (Afastando-se depressa, a correr...)

Urso: Assim nem se vai lembrar daqueles óculos terríveis! Tenho a certeza!

Narrador 2: Quando o Cenourinha acordou no dia seguinte, sem ter os óculos postos sobre o nariz, e viu os ovos de chocolate esqueceu todas aquelas leis que tinha escrito anteriormente e estava muito contente.

Boneca Lili: (Sorrindo) Queres vir ao piquenique, Cenourinha?

Cenourinha: “Piquenique”? – Repetiu o Cenourinha. – Claro que também vou. Isso nem é pergunta que se faça! E vou levar estes ovos deliciosos…

Robot: Ovos de chocolate, ovos de chocolate, Páscoa, Páscoa.

Narrador 1: Assim, todos foram fazer um lindo piquenique no jardim e o Cenourinha nunca mais encontrou aqueles velhos óculos.

Coro: De todas as cores de todos os feitios
Aos saltos bem altos
Eu sou um coelhinho
Comi uns ovinhos com casca e com tudoEles tão saborosos que ficamos barrigudo.

Teatro - O Coelhinho e a Cabra

Teatro

O coelhinho e a Cabra

Personagens: Narrador 1, Narrador 2, Cabra, Coelhinho, Cão, Boi, Galo e a formiga.

Narrador 1: Era uma vez um coelhinho que foi à horta para apanhar couves para o seu caldinho, quando chegou a casa a porta estava fechada, e como ele a tinha aberta ficou muito assustado e bateu à porta.

Coelhinho: Truz!! Truz!! Truz!! Quem está ai?

(Coro: mê-mê mê mete aqui o pé!)

Cabra: É a cabra que te salta em cima e te faço em três.

Narrador 2: O coelhinho ficou muito aflito e foi pedir ajuda. Encontrou o seu amigo cão e disse-lhe:

Coelhinho: Oh, amigo cão, eu estou com muito medo: bati à porta de casa e respondeu-me a cabra que me salta em cima e me faz em três. Por favor, ajuda-me.

(Coro: AUAUAU dá-lhe com o pau!)

Cão: Eu não. Cheguei da caça e estou muito cansado, vai procurar ajuda a outro lado.

Narrador 1: O Coelhinho andou, andou, e encontrou o amigo Boi, e disse-lhe:

Coelhinho: Oh, amigo boi, na minha casa está a cabra que me salta em cima e me faz em três. Por favor, ajuda-me.

Boi: MUMUMU sobe para o muro! NegritoEu não. Acabei agora de pastar e estou muito cansado vai procurar ajuda a outro lado.

Narrador 2: O Coelhinho triste foi ter com o Galo, mas ele respondeu:

(Coro: Cocorococó manda-o para casa da avó!)

Galo: Estive a cantar e estou muito cansado, vai procurar ajuda a outro lado.

Narrador 1: O Coelhinho chorava e sem esperança encontrou a formiga que lhe perguntou:

Formiga: porque é que estás a chorar?

Coelhinho: Ninguém me quer ajudar e eu tenho, em minha casa, a cabra que me salta em cima e me faz em três.

Narrador 2: A formiga pensou em ajudar o coelhinho e disse-lhe:

Formiga: Então vamos lá a tua casa, bates tu à porta que eu respondo.

Narrador 1: O coelhinho com medo bateu à porta e a cabra respondeu:

(Coro: truz, truz, truz.)

Cabra: Eu Sou a Cabra que te salta em cima e te faço em três.

Narrador 2 e coro: E a formiga responde:

Formiga: E eu sou a formiga rabiga que te salta em cima e te fura a barriga.

Narrador 1: A formiga entrou na casa picou a cabra e esta com medo fugiu.

Todos: Plim, plim, plim esta história chegou ao fim…

Música final

O Coelhinho foi á horta
E comeu uma bolota!
A cabra também lá quis ir
Mas fecharam-lhe a porta.
É bem-feita porque a cabra
Tem a mania de ser espevitada!
Mê-mê!

Teatro - "O Coelhinho e seu inimigo Lobinho"

Teatro

O Coelhinho e seu inimigo Lobinho


Personagens: Narrador 1, Narrador 2, Coelhinho, Coelho, Gato, Rato, Porco, Formiga, Cabra, e o Galo

Narrador 1: Era uma vez um casal de coelhos que eram muito felizes e tinham um filho coelhinho.

Narrador 2: Só tinham um problema: o pai coelho e a mãe coelha não gostavam nada do lobo nem de toda a sua família.

Narrador 1: Achavam que eles eram muito maus e não lhes falavam.

Coelhinho: Pai, posso ir brincar com os meus amigos para o rio.

Coelho: Podes mas, tem cuidado com o lobo.

Narrador 2: Quando o coelhinho saiu de casa encontrou o lobo mais pequeno…

Narrador 1: Como o lobo se aproximou, o coelhinho disse-lhe:

Coelhinho: Se vens para lutar, vou para casa. Se vens por um gesto de amizade, está tudo bem.

Lobinho: Não, eu não venho para lutar, venho para ser teu amigo.

Coelhinho: Amigo? Tu estás maluco! Os nossos pais são inimigos e nós também.

Lobinho: Sim, eles são inimigos, mas eu quero ser teu amigo e não me importo que eles sejam inimigos…

Coelhinho: Lobinho, se é isso que tu queres, ficamos amigos.

Narrador 2: E assim foram os dois novos amigos até ao rio.

Narrador 1: Quando lá chegaram os amigos do coelhinho ficaram admirados por verem que ele vinha acompanhado do seu inimigo lobinho.

Rato: Olha, olha, olha, tu deves estar maluco…

Gato: miauuuu, eu tenho medo do lobo…

Porco: Ele deve vir-nos comer de certeza…

Formiga: Tenho que fugir… sou tão pequenina… tenho que ganhar tempo!

Cabra: aiaiaiaia, eu não vou servir para o almoço de ninguém! Sou muito bonita para isso.

Coelhinho: Calma, rapazes, o lobinho é nosso amigo.

Galo: O quê, o lobinho já não é teu inimigo?

Formiga: já não tens medo do lobo?

Coelhinho: Não. Quando eu vinha para aqui o lobinho veio ter comigo e pediu-me para ser amigo dele. E eu achei que devia aceitar, porque o que lá vai, lá vai.

Formiga: Sim, é verdade se quisermos, podemos ultrapassar certos problemas e fazer as pazes, para sermos todos amigos.

Narrador 2: Assim foi. Naquela tarde foram todos brincar à beira do rio. E a partir daquele dia ficaram todos amigos do lobinho.

Esperamos que tenham aprendido a lição é muito bom ter amigos.

Teatro - Valentim Apaixonado

Teatro

Valentim Apaixonado


Personagens (9): Narrador, Bruxo, Celestina, Valentim, Coelho, Papagaio, Pássaro Azul, Gato Farrusca e a Gata.

Narrador: Escutem só a história maravilhosa de um duende chamado Valentim. Valentim só tinha olhos para a bonita Celestina. (aparece a Celestina e o Valentim) Mas, era demasiado tímido para dizer que a amava… havia também o bruxo…

Bruxo: Vou conquistar o coração da Celestina… mas, para isso, vou enfeitiçá-la… vou pegar neste ovo e vou usar os meus pós mágicos… zum, catrapum… e já está! Bela Celestina… Bela Celestina! Olha o que eu trouxe hoje para ti?

Celestina: Um ovo? Mas que bonito e cheira tão bem… estou a ficar tonta… acho que estou apaixonada por ti bruxo!

Bruxo: Oh claro, claro Celestina… apaixonada, hihihi…vamos passear…

Narrador: Valentim viu tudo. Levava três ovos na mão para oferecer à sua amada e ao ver a sua amada com o Bruxo, ficou de coração partido… e decidiu ir ter com o Coelho.

Valentim: Senhor Coelho, Senhor Coelho tem que me ajudar… o bruxo enfeitiçou a minha amada… e agora o que faço?

Coelho: Calma… tudo se resolve!

Valentim: Mas, como?

Coelho: Precisas de encontrar o ovo mágico e quem o tem é o Pássaro Azul…

Valentim: Mas onde o encontro?

Coelho: Vai ao país encantado, mas tem cuidado com o papagaio do bruxo! Boa Viagem amigo.

Narrador: O Valentim correu, correu com todas as suas forças até ao país encantado e encontrou o pássaro azul, mas por perto estava também o papagaio do bruxo…

Papagaio: Olha, olha… quem é ele… com que então estás apaixonado… hehehe, apaixonado.

Valentim: Não quero conversa contigo, vai-te embora! Vai ver se está a chover…

Papagaio: A chover, a chover, onde, onde…vou aproveitar para tomar um banho estou mesmo a precisar…

Valentim: Oh, mas não é que resultou! Foi mais fácil do que eu pensava. Vou aproveitar e apanhar o ovo.

Valentim: Olá Senhor, Doutor, Excelentíssimo Pássaro azul…

Pássaro azul: O que te traz por cá rapaz? Tens algum problema.

Valentim: Preciso do ovo mágico, e ouvi dizer que o senhor é que o tem…

Pássaro azul: Sim, sim eu tenho ovos mágicos estão debaixo das minhas penas… podes levar um mas com cuidado…

Narrador: Valentim pegou no ovo e correu para a sua amada mas pelo caminho… apareceu o ajudante do bruxo, o gato farrusca!

Gato Farrusca: Miauuuuuuu, onde vais com esse ovo?

Valentim: Mas que ovo eu não tenho nenhum ovo…olha, olha quem, quem ali vem! A senhora gata.

Gato Farrusca: Miauuuuuu, olá fofa, estás mesmo bonita, queres vir dar uma volta com este bonitão?

Gata: Miauuu, sim, sim vamos lá.

Narrador: Mais uma vez, o Valentim conseguiu escapar e seguiu a sua viagem…

Valentim: Celestina, olha o que trouxe para ti?

Celestina: Um ovo mágico? É tão brilhante…estou outra vez tonta…Bruxo tu enganaste-me com o outro ovo!

Bruxo: quem eu?

Celestina: Sim Tu! Este é o verdadeiro ovo mágico. Vamos, Valentim viver felizes para sempre.

Valentim: Queres casar comigo?

Celestina: Claro que sim… todo o meu amor é para ti!


Teatro: O Palhaço Jasmim

Teatro
“O Palhaço Jasmim”

Personagens (2): Jasmim e meninos.

(Um palhaço entra em cena, no circo. Traz uma camisa aos quadrados, umas calças muito largas, uns sapatos enormes e um chapéu muito pequenino. Ri às gargalhadas).

Jasmim – Os meninos sabem o que eu gosto mais de fazer no Carnaval?
Meninos – De comer bolos? De atiras serpentinas?
Jasmim – Não é.
Meninos – De contar histórias?
Jasmim – Também não é.
Meninos – De ver televisão?
Jasmim – Ainda não é.
Meninos – Então de que é?
Jasmim – É de rir, rir, rir muito, rir até desentupir. Até ser como uma garrafa cheia que de repente ficou sem rolha.
Meninos – Então ri…
Jasmim – Rio de quê?
Meninos – De nada. Ri…
Jasmim – Quem ri sem ter de quê é parvo…
Meninos – Então ri de alguma coisa.
Jasmim – Que coisa?
Meninos – Pode ser de uma anedota. Ri de uma anedota…
Jasmim – Está bem. Vou rir de uma anedota… Ah! Ah! Ah!
Meninos – De que te ris?
Jasmim – Da anedota.
Meninos – Qual anedota?
Jasmim – Da anedota que eu sei e ainda não contei.
Meninos – Então conta lá…
Jasmim – Era… Era…Ah! Ah! Ah!
Meninos – Então e nós? Ficamos sem saber?
Jasmim – Não. Eu conto. Eu conto.
Era… Era uma vez… Ah! Ah! Ah!
Eu quero contar, mas não posso. Ah! Ah! Ah!
Que vontade tão grande de rir. Até me dói a barriga… Ah! Ah! Ah!
Meninos – Ah! Ah! Ah! (vendo a figura do palhaço a estoirar de riso).
Jasmim – Era… Era uma vez… Ah! Ah! Ah!
Era uma vez uma data de meninos de bocas abertas a rir com prazer de uma anedota que nem sequer… nem sequer… chegou a nascer…
Todos – Ah! Ah! Ah!

Teatro_Ciclo da Água


PERSONAGENS: A água, o ecologista, o Sol e várias crianças


1ª Personagem — Uma menina representando a Água
— Ah, como é triste ser Água...!
— Fui feita para matar a sede, limpar, lavar, repor energia, dar vida!
— Vejam como estou agora, fraca, cada vez mais poluída, indefesa.
— Não sei o que fazer!

2 ª Personagem – Um menino, representando um Ecologista
— É amiga Água, tenho brigado muito para te defender, mas são poucos os que me escutam. Alguns homens se reúnem, discutem, falam em te proteger, que estão preocupados em evitar que te maltratem tanto, que acabes sumindo da terra, mas são muitos, os que não estão, nem ai para você.
— Não fique triste, minha amiga, eu vou continuar a lutar para despertar nos homens, a consciência pela tua importância. Mostrar-lhes que sem você é impossível a vida na terra, para qualquer ser vivo.

3ª Personagem – (Menino ou menina) O Sol
— É, eu estou decepcionado com a humanidade
— Agora, com a escassez de água, tenho que aumentar o meu calor.
— Não consigo me controlar.
— Estou fazendo mal a terra, sem querer.

2ª Fala da Água
— Vejam meus amigos, já não consigo nem sequer seguir meu ciclo normalmente, pois falto EU, a água, muitas vezes...
— Eu tenho que estar nos corpos para sair no suor.
— Eu tenho que estar nas plantas e nos animais, para sair em vapor
— Tenho que subir para a atmosfera, ser aquecida pelo meu amigo Sol, virar nuvens fofinhas.
— Tenho que ficar geladinha, pesada, tão pesada que desça de lá como chuva. Ah, como é gostosa essa brincadeira, traz vida e felicidade aos seres vivos.
— Por favor! Cuidem de mim, eu não quero acabar, e chora.
(Retornam ao palco. O Sol, o ecologista…)

Ao redor da água, começam a cantar:

A Água é minha amiga
Com ela posso contar
Para lavar e tomar banho
E minha sede matar
Vamos todos protegê-la
E a natureza preservar
Resgatar suas nascentes
Para ela não faltar
Não fique triste amiga Água
De você vamos cuidar
Conscientizar a humanidade
Para a vida que nos dar.