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Teatro - A Surpresa na Noite de Natal

Teatro

A surpresa na noite de Natal

Personagens: Narrador, Mocho, Menino Alberto, Menina Inês, Menino João, Pinheirinho, Coruja e Pirilampos.

Narrador: Era uma vez quatro irmãos, que viviam numa casinha no meio do pinhal. Quando o dia 24 de Dezembro chegou, quiseram fazer uma árvore de Natal, mas como os pais não deixavam arrancar pinheiros pequenos, e aos grandes eles não chegavam, ficaram tristes e nessa tarde nem brincaram…

Mocho: Olá meninos! Aqui estou eu! Wooo-Wooo! Mas… que caras são essas, estão tão tristes, o que vos aconteceu?

Menino Alberto: Sabes! Como está a chegar ao Natal, queríamos ter uma árvore de Natal!

Menina Inês: Mas não está fácil…

Menino João: Não a podemos cortar…!?

Mocho: Ora vamos cá por a cabeça a pensar… para quê cortar as árvores, se elas são tão importantes para a nossa vida!

Menina Inês: Mas então como vamos fazer a nossa árvore de Natal?

Mocho: É fácil… Wooo-Wooo… corram a casa e façam com papel de lustro de muitas cores, estrelinhas, laços e bolas. Vai ficar um pinheiro lindíssimo!

Menino Alberto: Mas… não percebo nada! Continuamos a não ter um pinheirinho!

Menina Inês: Então para que servem tantos enfeites de Natal?

Pinheirinho: Esperem, Esperem, estou a ouvir a vossa conversa! Podem enfeitar-me à vontade!

Menino João: Mas nós não te podemos cortar! Não tem piada!

Pinheirinho: Claro que tem! Podem-me enfeitar aqui, vou ficar tão bonito! O importante é não me arrancarem, porque senão eu morro!

Todos os meninos: Que fixe, não tínhamos pensado nisso! És mesmo esperto! Vamos começar a trabalhar!

(Cantam os meninos - Pinheirinho, pinheirinho de ramos verdinhos, p´ra enfeitar, p´ra enfeitar bolas e sininhos, uma bola aqui, outra acolá, luzinhas que brilham que lindo que está…).

Narrador: Depressa o pinheirinho ficou pronto, cheio de enfeites coloridos. Entretanto, a noite caiu e os meninos voltaram para casa e foram para a janela, mas continuavam um pouco tristes…

Menina Inês: Oh, pinheirinho ficaste tão bonito, mas estás tão escuro…

Menino Alberto: podias estar mais brilhante… ficavas mais alegre…

MeninaInês: E nós também!

Coruja: Venham cá fora!

Mocho: apreciar a vossa árvore!

Menino João: Estás tão brilhante!

Todos: como é que conseguiste? Estás mesmo alegre, e nós também.

(riem-se todos!)

Coruja: Tenham calma, tenham calma, porque as surpresas estão só a começar! Hi-hi-hi! Reparem só noutra magia…

Mocho: Woo-Woo… plim plim plim, bato duas palmas e vocês aparecem assim… Magia!

(Entram a dançar os pirilampos)

Pirilampos: Somos nós, os pirilampos mágicos.
Que andamos pelos campos
Não podíamos faltar
Nesta noite muito escura
Aqui estamos, aqui estamos
Para a vossa noite iluminar!

Meninos: Mas vocês são mesmo mágicos, são tão brilhantes!

Menina Inês: Obrigado, pirilampos amigos…

Menino Alberto: Coruja, Mocho e Pinheirinho também…

Meninos: Tornaram a nossa noite de Natal ainda mais mágica e fizeram-nos muito felizes!

Coro: Já comecei a fazer
A minha árvore de Natal
Com toda a minha família
Vai ficar original

Teatro - Os Meninos de Todas Cores

Teatro

Personagens: Narrador, Miguel (Menino Branco), Flor de Lótus (Menina Amarela), Lumumba (Menino Preto), Pena de Águia (Menino Vermelho), Ali-BABÁ (Menino Castanho).

Narrador - Era uma vez um menino branco, chamado Miguel, que vivia numa terra de meninos brancos e dizia:

Miguel (Menino Branco) - É bom ser branco
Porque é branco o açúcar, tão doce,
Porque é branco o leite, tão saboroso,
Porque é branca a neve, tão linda.

Narrador – Mas, certo dia, o menino partiu numa grande viagem e chegou a uma terra onde todos os meninos são amarelos. Arranjou uma amiga chamada Flor de Lótus, que, como todos os meninos amarelos, dizia:

Flor de Lótus (Menina Amarela) – É bom ser amarelo
Porque é amarelo o Sol
É amarelo o girassol
Mais a areia amarela da praia.

Narrador – O menino branco meteu-se num barco para continuar sua viagem e parou numa terra onde todos os meninos são pretos. Fez-se amigo de um pequeno caçador chamado Lumumba, que, como os outros meninos pretos, dizia:

Lumumba (Menino Preto) – É bom ser preto
Como a noite
Preto como as azeitonas
Preto como as estradas que nos levam
Por toda a parte

Narrador – O menino branco entrou depois num avião, que só parou numa terra onde todos os meninos são vermelhos. Escolheu para brincar aos índios um menino chamado Pena de Águia. E o menino vermelho dizia:

Pena de Águia (Menino Vermelho) - É bom ser vermelhoDa cor das fogueirasDa cor das cerejasE da cor do sangue bem encarnado.

Narrador - O menino branco foi correndo mundo até uma terra onde todos os meninos são castanhos. Aí fazia corridas de camelo com um menino chamado Ali-Babá, que dizia:

Ali-BABÁ (Menino Castanho) - É bom ser castanhoComo a terra do chãoOs troncos das árvoresÉ tão bom ser castanho como um chocolate.

Narrador - Quando o menino branco voltou à sua terra de meninos brancos, dizia:

Miguel (Menino Branco) - É bom ser branco como o açúcarAmarelo como o SolPreto como as estradasVermelho como as fogueirasCastanho da cor do chocolate.

Narrador: Enquanto, na escola, os meninos brancos pintavam em folhas brancas, desenhos de meninos brancos, ele fazia grandes rodas com meninos sorridentes de todas as cores.
Autora: Luisa Ducla Soares


Teatro - A Formiga e a Neve

Teatro

A Formiga e a Neve


Personagens (8): Narrador, Formiga, Neve, Sol, Nuvem, Parede, Rato e o Gato.

Narrador – Certo dia, a formiguinha trabalhadeira, quando ia buscar uma semente para o seu celeiro de Inverno, foi apanhada por um nevão e o seu pezinho ficou preso na neve. Muito aflita, ela pediu à neve:

Formiga – Ó neve, tu és tão forte que o meu pé prendes!

Neve – Mais forte do que eu é o Sol que me derrete! -

(Diz a formiga, virando-se para o Sol):

Formiga – Ó Sol, tu és tão forte que derretes a neve, que o meu pé prende!

Sol – Mais forte do que eu é a nuvem que me tapa!

Formiga – Ó nuvem, tu és tão forte que tapas o Sol, que derrete a neve que o meu pé prende!

Nuvem – Mais forte do que eu é o vento que me empurra!

Formiga – Ó vento, tu és tão forte que empurras a nuvem, que tapa o Sol, que derrete a neve que o meu pé prende!

Vento – Mais forte do que eu é a parede que não me deixa passar!

Formiga - Ó parede, tu és tão forte que não deixas passar o vento, que empurra a nuvem, que tapa o Sol, que derrete a neve que o meu pé prende!

Parede – Mais forte do que eu é o rato que me fura!

Formiga – Ó rato, tu és tão forte que furas a parede, que não deixa passar o vento, que empurra a nuvem, que tapa o Sol, que derrete a neve que o meu pé prende!

Rato – Mais forte do que eu, é o gato que me come!

Formiga – Ó gato, tu és tão forte que comes o rato, que fura a parede, que não deixa passar o vento, que empurra a nuvem, que tapa o Sol, que derrete a neve que o meu pé prende!

Gato – Mais forte do que eu, é a mulher que me trata.

Formiga – Ó mulher, tu és tão forte que tratas do gato, que come o rato, que fura a parede, que não deixa passar o vento, que empurra a nuvem, que tapa o Sol, que derrete a neve que o meu pé prende!

Narrador - Então a mulher retirou cuidadosamente a patinha da formiga da neve e, assim, ela pôde ir para casa.

Teatro - Cenourinha e os seus Óculos

Teatro

Cenourinha e os seus óculos

Personagens: Narrador1, Narrador2, Cenourinha, Robot, Boneca Lili, Rato, Macaco Bananinha, Urso e a Princesa.

Narrador 1: Tudo começou quando o Cenourinha, o coelhinho de peluche, encontrou um par de óculos enormes que estavam caídos nuns ramos ao pé da janela. Colocou-os sobre o nariz, ficando a julgar-se o mais esperto de todos bonecos, E metendo as patitas nos bolsos, pôs-se a passear pelo jardim.

Narrador 2: Ora, como não via bem com os óculos, tropeçou sem querer nuns paus que os outros brinquedos tinham para fazer uma fogueira para o piquenique da Páscoa.

Cenourinha: Ora bolas! Quase que caía por causa destes paus! Estes brinquedos só fazem asneiras! Vou ter que lhes dar uma lição! Já que sou o mais esperto de todos! A partir deste dia quem vai ditar as regras sou eu!

Robot: Cenourinha o que estas a fazer?

Cenourinha: Estou muito zangado! E por isso a partir de hoje não se fazem mais piqueniques no jardim!

Narrador 1: Quando os seus amigos o chamaram para o piquenique, o Cenourinha olhou para eles, carrancudo, através dos seus grandes e redondos óculos e disse:

Cenourinha: (Pergunta de mau humor) Oh, não! Não se podem fazer mais piqueniques no jardim. Não leram este aviso?

Narrador 2: Nenhum dos outros bonecos sabia ler e Cenourinha olhou de uma forma tão brava pelos seus velhos óculos que ninguém conseguiu responder durante algum tempo.

Boneca Lili: (desanimada) Mas, sempre fizemos piqueniques no dia da Páscoa!

Rato: Nós temos que fazer o piquenique! – Guinchou o rato de corda.

Cenourinha: Não podem! Leis são leis! – Exclamou o Cenourinha.

Macaco Bananinha: Não gosto de ordens.

Boneca Lili: Mas que coisa aborrecida. (Queixou-se a boneca Lili, abanando a cabeça encaracolada).

Cenourinha: Quem manda aqui sou eu, se eu disse não é não! Agora vou passear com os meus lindos óculos…estou mesmo importante!

Narrador 1: Assim, não puderam fazer o piquenique no jardim, ficando todos os brinquedos muito tristes.

Narrador 2: Todos os dias o Cenourinha escrevia novas leis.

Urso: (desanimado) O Cenourinha nunca foi tão mau como está a ser agora, depois de encontrar aqueles óculos horríveis acha-se o mais importante.

Robot: Regras são regras, regras são regras, regras são regras!

Rato: Era tão giro fazer o piquenique da Páscoa é sempre tão divertido!

Boneca Lili: Talvez pudéssemos modificar isto tudo que está a acontecer! O Cenourinha está a ser assim, por causa dos óculos.

Princesa: Mas eu penso que ele até dorme com os óculos postos...

Macaco Bananinha: Isso não faz mal. Temos que lhe tirar os óculos esta noite.

Narrador 1: Os brinquedos aproximaram-se silenciosamente da cama do Cenourinha e viram-no deitado, com os óculos postos na ponta do nariz.

Rato: Está a dormir tão profundamente! Que até ressona.

Macaco Bananinha: Vou tirar-lhe os óculos, e vou-lhe deixar uns ovinhos de chocolate que ele tanto gosta! (Afastando-se depressa, a correr...)

Urso: Assim nem se vai lembrar daqueles óculos terríveis! Tenho a certeza!

Narrador 2: Quando o Cenourinha acordou no dia seguinte, sem ter os óculos postos sobre o nariz, e viu os ovos de chocolate esqueceu todas aquelas leis que tinha escrito anteriormente e estava muito contente.

Boneca Lili: (Sorrindo) Queres vir ao piquenique, Cenourinha?

Cenourinha: “Piquenique”? – Repetiu o Cenourinha. – Claro que também vou. Isso nem é pergunta que se faça! E vou levar estes ovos deliciosos…

Robot: Ovos de chocolate, ovos de chocolate, Páscoa, Páscoa.

Narrador 1: Assim, todos foram fazer um lindo piquenique no jardim e o Cenourinha nunca mais encontrou aqueles velhos óculos.

Coro: De todas as cores de todos os feitios
Aos saltos bem altos
Eu sou um coelhinho
Comi uns ovinhos com casca e com tudoEles tão saborosos que ficamos barrigudo.

Teatro - O Coelhinho e a Cabra

Teatro

O coelhinho e a Cabra

Personagens: Narrador 1, Narrador 2, Cabra, Coelhinho, Cão, Boi, Galo e a formiga.

Narrador 1: Era uma vez um coelhinho que foi à horta para apanhar couves para o seu caldinho, quando chegou a casa a porta estava fechada, e como ele a tinha aberta ficou muito assustado e bateu à porta.

Coelhinho: Truz!! Truz!! Truz!! Quem está ai?

(Coro: mê-mê mê mete aqui o pé!)

Cabra: É a cabra que te salta em cima e te faço em três.

Narrador 2: O coelhinho ficou muito aflito e foi pedir ajuda. Encontrou o seu amigo cão e disse-lhe:

Coelhinho: Oh, amigo cão, eu estou com muito medo: bati à porta de casa e respondeu-me a cabra que me salta em cima e me faz em três. Por favor, ajuda-me.

(Coro: AUAUAU dá-lhe com o pau!)

Cão: Eu não. Cheguei da caça e estou muito cansado, vai procurar ajuda a outro lado.

Narrador 1: O Coelhinho andou, andou, e encontrou o amigo Boi, e disse-lhe:

Coelhinho: Oh, amigo boi, na minha casa está a cabra que me salta em cima e me faz em três. Por favor, ajuda-me.

Boi: MUMUMU sobe para o muro! NegritoEu não. Acabei agora de pastar e estou muito cansado vai procurar ajuda a outro lado.

Narrador 2: O Coelhinho triste foi ter com o Galo, mas ele respondeu:

(Coro: Cocorococó manda-o para casa da avó!)

Galo: Estive a cantar e estou muito cansado, vai procurar ajuda a outro lado.

Narrador 1: O Coelhinho chorava e sem esperança encontrou a formiga que lhe perguntou:

Formiga: porque é que estás a chorar?

Coelhinho: Ninguém me quer ajudar e eu tenho, em minha casa, a cabra que me salta em cima e me faz em três.

Narrador 2: A formiga pensou em ajudar o coelhinho e disse-lhe:

Formiga: Então vamos lá a tua casa, bates tu à porta que eu respondo.

Narrador 1: O coelhinho com medo bateu à porta e a cabra respondeu:

(Coro: truz, truz, truz.)

Cabra: Eu Sou a Cabra que te salta em cima e te faço em três.

Narrador 2 e coro: E a formiga responde:

Formiga: E eu sou a formiga rabiga que te salta em cima e te fura a barriga.

Narrador 1: A formiga entrou na casa picou a cabra e esta com medo fugiu.

Todos: Plim, plim, plim esta história chegou ao fim…

Música final

O Coelhinho foi á horta
E comeu uma bolota!
A cabra também lá quis ir
Mas fecharam-lhe a porta.
É bem-feita porque a cabra
Tem a mania de ser espevitada!
Mê-mê!

Teatro - "O Coelhinho e seu inimigo Lobinho"

Teatro

O Coelhinho e seu inimigo Lobinho


Personagens: Narrador 1, Narrador 2, Coelhinho, Coelho, Gato, Rato, Porco, Formiga, Cabra, e o Galo

Narrador 1: Era uma vez um casal de coelhos que eram muito felizes e tinham um filho coelhinho.

Narrador 2: Só tinham um problema: o pai coelho e a mãe coelha não gostavam nada do lobo nem de toda a sua família.

Narrador 1: Achavam que eles eram muito maus e não lhes falavam.

Coelhinho: Pai, posso ir brincar com os meus amigos para o rio.

Coelho: Podes mas, tem cuidado com o lobo.

Narrador 2: Quando o coelhinho saiu de casa encontrou o lobo mais pequeno…

Narrador 1: Como o lobo se aproximou, o coelhinho disse-lhe:

Coelhinho: Se vens para lutar, vou para casa. Se vens por um gesto de amizade, está tudo bem.

Lobinho: Não, eu não venho para lutar, venho para ser teu amigo.

Coelhinho: Amigo? Tu estás maluco! Os nossos pais são inimigos e nós também.

Lobinho: Sim, eles são inimigos, mas eu quero ser teu amigo e não me importo que eles sejam inimigos…

Coelhinho: Lobinho, se é isso que tu queres, ficamos amigos.

Narrador 2: E assim foram os dois novos amigos até ao rio.

Narrador 1: Quando lá chegaram os amigos do coelhinho ficaram admirados por verem que ele vinha acompanhado do seu inimigo lobinho.

Rato: Olha, olha, olha, tu deves estar maluco…

Gato: miauuuu, eu tenho medo do lobo…

Porco: Ele deve vir-nos comer de certeza…

Formiga: Tenho que fugir… sou tão pequenina… tenho que ganhar tempo!

Cabra: aiaiaiaia, eu não vou servir para o almoço de ninguém! Sou muito bonita para isso.

Coelhinho: Calma, rapazes, o lobinho é nosso amigo.

Galo: O quê, o lobinho já não é teu inimigo?

Formiga: já não tens medo do lobo?

Coelhinho: Não. Quando eu vinha para aqui o lobinho veio ter comigo e pediu-me para ser amigo dele. E eu achei que devia aceitar, porque o que lá vai, lá vai.

Formiga: Sim, é verdade se quisermos, podemos ultrapassar certos problemas e fazer as pazes, para sermos todos amigos.

Narrador 2: Assim foi. Naquela tarde foram todos brincar à beira do rio. E a partir daquele dia ficaram todos amigos do lobinho.

Esperamos que tenham aprendido a lição é muito bom ter amigos.

Teatro - Valentim Apaixonado

Teatro

Valentim Apaixonado


Personagens (9): Narrador, Bruxo, Celestina, Valentim, Coelho, Papagaio, Pássaro Azul, Gato Farrusca e a Gata.

Narrador: Escutem só a história maravilhosa de um duende chamado Valentim. Valentim só tinha olhos para a bonita Celestina. (aparece a Celestina e o Valentim) Mas, era demasiado tímido para dizer que a amava… havia também o bruxo…

Bruxo: Vou conquistar o coração da Celestina… mas, para isso, vou enfeitiçá-la… vou pegar neste ovo e vou usar os meus pós mágicos… zum, catrapum… e já está! Bela Celestina… Bela Celestina! Olha o que eu trouxe hoje para ti?

Celestina: Um ovo? Mas que bonito e cheira tão bem… estou a ficar tonta… acho que estou apaixonada por ti bruxo!

Bruxo: Oh claro, claro Celestina… apaixonada, hihihi…vamos passear…

Narrador: Valentim viu tudo. Levava três ovos na mão para oferecer à sua amada e ao ver a sua amada com o Bruxo, ficou de coração partido… e decidiu ir ter com o Coelho.

Valentim: Senhor Coelho, Senhor Coelho tem que me ajudar… o bruxo enfeitiçou a minha amada… e agora o que faço?

Coelho: Calma… tudo se resolve!

Valentim: Mas, como?

Coelho: Precisas de encontrar o ovo mágico e quem o tem é o Pássaro Azul…

Valentim: Mas onde o encontro?

Coelho: Vai ao país encantado, mas tem cuidado com o papagaio do bruxo! Boa Viagem amigo.

Narrador: O Valentim correu, correu com todas as suas forças até ao país encantado e encontrou o pássaro azul, mas por perto estava também o papagaio do bruxo…

Papagaio: Olha, olha… quem é ele… com que então estás apaixonado… hehehe, apaixonado.

Valentim: Não quero conversa contigo, vai-te embora! Vai ver se está a chover…

Papagaio: A chover, a chover, onde, onde…vou aproveitar para tomar um banho estou mesmo a precisar…

Valentim: Oh, mas não é que resultou! Foi mais fácil do que eu pensava. Vou aproveitar e apanhar o ovo.

Valentim: Olá Senhor, Doutor, Excelentíssimo Pássaro azul…

Pássaro azul: O que te traz por cá rapaz? Tens algum problema.

Valentim: Preciso do ovo mágico, e ouvi dizer que o senhor é que o tem…

Pássaro azul: Sim, sim eu tenho ovos mágicos estão debaixo das minhas penas… podes levar um mas com cuidado…

Narrador: Valentim pegou no ovo e correu para a sua amada mas pelo caminho… apareceu o ajudante do bruxo, o gato farrusca!

Gato Farrusca: Miauuuuuuu, onde vais com esse ovo?

Valentim: Mas que ovo eu não tenho nenhum ovo…olha, olha quem, quem ali vem! A senhora gata.

Gato Farrusca: Miauuuuuu, olá fofa, estás mesmo bonita, queres vir dar uma volta com este bonitão?

Gata: Miauuu, sim, sim vamos lá.

Narrador: Mais uma vez, o Valentim conseguiu escapar e seguiu a sua viagem…

Valentim: Celestina, olha o que trouxe para ti?

Celestina: Um ovo mágico? É tão brilhante…estou outra vez tonta…Bruxo tu enganaste-me com o outro ovo!

Bruxo: quem eu?

Celestina: Sim Tu! Este é o verdadeiro ovo mágico. Vamos, Valentim viver felizes para sempre.

Valentim: Queres casar comigo?

Celestina: Claro que sim… todo o meu amor é para ti!